Simulado da PM-DF, no formato da prova.
20 questões que o Cebraspe aplicou na própria PM-DF em 2026, distribuídas na proporção dos blocos da prova de Soldado. Comentário item a item e o capítulo do resumo em que cada tema está.
- As 13 matérias do edital, no peso que cada bloco tem na prova
- Errou e acertou na hora, com a explicação e a pegadinha da banca
- No fim, seu desempenho por bloco e o que revisar primeiro
Texto CG1A1
A inteligência artificial (IA) está transformando diferentes setores da sociedade, e a segurança desponta entre as áreas que mais têm se beneficiado da tecnologia. No Brasil, a tendência segue em expansão, refletindo um mercado em constante adaptação às novas demandas de empresas e consumidores. De acordo com pesquisa realizada pela IEEE Transmitter, 48% dos líderes de tecnologia entrevistados esperam que o principal uso da IA seja voltado à identificação de vulnerabilidades de segurança em tempo real e à prevenção de ataques cibernéticos.
Uma das inovações mais promissoras é o uso de reconhecimento facial em larga escala. Inicialmente desenvolvido para a segurança pública, o recurso agora é aplicado no mercado de varejo, com funções que vão além da prevenção de perdas. O reconhecimento facial auxilia a identificação de quadrilhas e o monitoramento de comportamentos suspeitos, mas também fornece dados sobre o perfil do público, como gênero e faixa etária. “As informações ajudam lojistas a planejar promoções, a organizar a exposição de produtos de acordo com o fluxo de clientes e até mesmo a otimizar o trabalho da equipe em horários de maior movimento”, salienta Gustavo Maciel, gerente de varejo da empresa de equipamentos de vigilância Hikvision.
Outro dos principais cenários de aplicação da IA no Brasil são as cidades inteligentes. Em 2026, espera-se que iniciativas como monitoramento em tempo real, muralhas digitais e semáforos inteligentes se tornem cada vez mais comuns. O objetivo é melhorar a segurança pública e também otimizar a gestão urbana, oferecendo opções integradas que auxiliem a identificar infrações, responder rapidamente a emergências e monitorar fluxos de trânsito. O uso da IA em cidades inteligentes reforça a conexão entre tecnologia e qualidade de vida, criando espaços urbanos mais eficientes e resilientes.
As inovações impulsionadas pela IA estão remodelando o setor de segurança no Brasil, e abrangem desde soluções patrimoniais até a otimização do varejo. Tecnologias como o reconhecimento facial, as mídias digitais e os sistemas inteligentes demonstram o potencial da IA para criar ambientes mais seguros e eficientes. “Desse modo, o país avança na adoção de recursos que atendem às demandas do presente e se preparam para um futuro ainda mais conectado e protegido”, conclui Maciel. Internet: <www.em.com.br> (com adaptações).
Clique na tesoura para riscar o que você já descartou. Isso não marca resposta.
O segundo parágrafo diz, com todas as letras, que o reconhecimento facial foi "inicialmente desenvolvido para a segurança pública" e que só depois passou ao varejo. É a alternativa C. A alternativa A erra porque o texto afirma que as funções "vão além da prevenção de perdas", e não que visam especificamente a ela. B inventa um "principal recurso da atualidade" que o texto não diz. D troca "otimizar o trabalho da equipe" por fiscalizar o desempenho dos trabalhadores. E transforma um "também fornece dados sobre o perfil do público" em objetivo primordial.
Pegadinha da banca: As quatro erradas trocam uma palavra de peso do texto ("além", "também", "inicialmente") por "especificamente", "primordialmente", "principal". Em interpretação do Cebraspe, o advérbio decide a alternativa.
No resumo: Língua Portuguesa PMDF 360 › AS TRÊS CAMADAS DA LEITURA
Texto CG1A1
A inteligência artificial (IA) está transformando diferentes setores da sociedade, e a segurança desponta entre as áreas que mais têm se beneficiado da tecnologia. No Brasil, a tendência segue em expansão, refletindo um mercado em constante adaptação às novas demandas de empresas e consumidores. De acordo com pesquisa realizada pela IEEE Transmitter, 48% dos líderes de tecnologia entrevistados esperam que o principal uso da IA seja voltado à identificação de vulnerabilidades de segurança em tempo real e à prevenção de ataques cibernéticos.
Uma das inovações mais promissoras é o uso de reconhecimento facial em larga escala. Inicialmente desenvolvido para a segurança pública, o recurso agora é aplicado no mercado de varejo, com funções que vão além da prevenção de perdas. O reconhecimento facial auxilia a identificação de quadrilhas e o monitoramento de comportamentos suspeitos, mas também fornece dados sobre o perfil do público, como gênero e faixa etária. “As informações ajudam lojistas a planejar promoções, a organizar a exposição de produtos de acordo com o fluxo de clientes e até mesmo a otimizar o trabalho da equipe em horários de maior movimento”, salienta Gustavo Maciel, gerente de varejo da empresa de equipamentos de vigilância Hikvision.
Outro dos principais cenários de aplicação da IA no Brasil são as cidades inteligentes. Em 2026, espera-se que iniciativas como monitoramento em tempo real, muralhas digitais e semáforos inteligentes se tornem cada vez mais comuns. O objetivo é melhorar a segurança pública e também otimizar a gestão urbana, oferecendo opções integradas que auxiliem a identificar infrações, responder rapidamente a emergências e monitorar fluxos de trânsito. O uso da IA em cidades inteligentes reforça a conexão entre tecnologia e qualidade de vida, criando espaços urbanos mais eficientes e resilientes.
As inovações impulsionadas pela IA estão remodelando o setor de segurança no Brasil, e abrangem desde soluções patrimoniais até a otimização do varejo. Tecnologias como o reconhecimento facial, as mídias digitais e os sistemas inteligentes demonstram o potencial da IA para criar ambientes mais seguros e eficientes. “Desse modo, o país avança na adoção de recursos que atendem às demandas do presente e se preparam para um futuro ainda mais conectado e protegido”, conclui Maciel. Internet: <www.em.com.br> (com adaptações).
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"Reforça a conexão" significa torna a conexão mais forte, ou seja, a intensifica. Provocar, gerar e possibilitar (A, C, D) dizem que a conexão passa a existir por causa da IA, o que muda o sentido: a conexão já existe e é fortalecida. Facilitar (B) fala em tornar mais fácil, não em tornar mais intensa.
Pegadinha da banca: Em questão de sinônimo, a troca tem que caber na frase sem mexer no sentido. "Gera a conexão" e "intensifica a conexão" descrevem situações diferentes.
No resumo: Língua Portuguesa PMDF 360 › SEMÂNTICA
Texto CG1A1
A inteligência artificial (IA) está transformando diferentes setores da sociedade, e a segurança desponta entre as áreas que mais têm se beneficiado da tecnologia. No Brasil, a tendência segue em expansão, refletindo um mercado em constante adaptação às novas demandas de empresas e consumidores. De acordo com pesquisa realizada pela IEEE Transmitter, 48% dos líderes de tecnologia entrevistados esperam que o principal uso da IA seja voltado à identificação de vulnerabilidades de segurança em tempo real e à prevenção de ataques cibernéticos.
Uma das inovações mais promissoras é o uso de reconhecimento facial em larga escala. Inicialmente desenvolvido para a segurança pública, o recurso agora é aplicado no mercado de varejo, com funções que vão além da prevenção de perdas. O reconhecimento facial auxilia a identificação de quadrilhas e o monitoramento de comportamentos suspeitos, mas também fornece dados sobre o perfil do público, como gênero e faixa etária. “As informações ajudam lojistas a planejar promoções, a organizar a exposição de produtos de acordo com o fluxo de clientes e até mesmo a otimizar o trabalho da equipe em horários de maior movimento”, salienta Gustavo Maciel, gerente de varejo da empresa de equipamentos de vigilância Hikvision.
Outro dos principais cenários de aplicação da IA no Brasil são as cidades inteligentes. Em 2026, espera-se que iniciativas como monitoramento em tempo real, muralhas digitais e semáforos inteligentes se tornem cada vez mais comuns. O objetivo é melhorar a segurança pública e também otimizar a gestão urbana, oferecendo opções integradas que auxiliem a identificar infrações, responder rapidamente a emergências e monitorar fluxos de trânsito. O uso da IA em cidades inteligentes reforça a conexão entre tecnologia e qualidade de vida, criando espaços urbanos mais eficientes e resilientes.
As inovações impulsionadas pela IA estão remodelando o setor de segurança no Brasil, e abrangem desde soluções patrimoniais até a otimização do varejo. Tecnologias como o reconhecimento facial, as mídias digitais e os sistemas inteligentes demonstram o potencial da IA para criar ambientes mais seguros e eficientes. “Desse modo, o país avança na adoção de recursos que atendem às demandas do presente e se preparam para um futuro ainda mais conectado e protegido”, conclui Maciel. Internet: <www.em.com.br> (com adaptações).
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Em "estão remodelando o setor de segurança no Brasil, e abrangem desde soluções patrimoniais", as duas orações têm o mesmo sujeito (as inovações). A vírgula antes do "e" é facultativa nesse caso, então suprimi-la mantém a correção e o sentido: alternativa B. A alternativa A colocaria vírgula entre o sujeito ("As inovações impulsionadas pela IA") e o verbo. C faria o mesmo, separando "Tecnologias como o reconhecimento facial, as mídias digitais e os sistemas inteligentes" do verbo "demonstram". D colocaria vírgula antes de oração adjetiva restritiva ("recursos que atendem"). E tiraria a vírgula que separa a fala citada do "conclui Maciel".
Pegadinha da banca: Vírgula antes de "e" não é sempre proibida nem sempre obrigatória. Com sujeitos diferentes ela cabe; com o mesmo sujeito é opcional. O Cebraspe cobra exatamente essa nuance.
No resumo: Língua Portuguesa PMDF 360 › VÍRGULA
Text CG1A7
The United Kingdom (UK) government is developing a “murder prediction” programme which it hopes can use personal data of those known to the authorities to identify the people most likely to become killers. Researchers are alleged to be using algorithms to analyse the information of thousands of people, including victims of crime, as they try to identify those at greatest risk of committing serious violent offences.
The Ministry of Justice (MoJ) says the scheme will “review offender characteristics that increase the risk of committing homicide” and “explore alternative and innovative data science techniques to risk assessment of homicide”. The project would “provide evidence towards improving risk assessment of serious crime and ultimately contribute to protecting the public via better analysis”, a spokesperson added.
The MoJ hopes the project will help boost public safety, but campaigners have called it “chilling and dystopian”.
Sofia Lyall, a researcher for Statewatch, the pressure group that discovered the existence of the project, said: “Time and again, research shows that algorithmic systems for ‘predicting’ crime are inherently flawed. This latest model […] will reinforce and magnify the structural discrimination underpinning the criminal legal system.”
“Like other systems of its kind, it will code in bias towards racialised and low-income communities. Building an automated tool to profile people as violent criminals is deeply wrong, and using such sensitive data on mental health, addiction and disability is highly intrusive and alarming,” added Lyall. Internet: <https://www.theguardian.com/uk-news> (adapted).
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"The MoJ hopes the project will help boost public safety": o verbo hope (esperar, ter esperança) expressa uma expectativa positiva sobre o futuro, alternativa E. Fear (medo), doubt (dúvida), concern (preocupação) e suspicion (suspeita) apontam para o lado oposto, e a frase deixa claro quem está do lado contrário: os campaigners, que chamam o projeto de "chilling and dystopian".
Pegadinha da banca: A frase junta a expectativa do ministério e a crítica dos opositores com "but". Quem lê só a segunda metade marca concern ou fear.
No resumo: Língua Inglesa PMDF 360 › TEXTO: READING COMPREHENSION E ESTRATÉGIAS DE LEITURA
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São 350 policiais, 200 estudaram em escola pública e 200 em particular. Como cada um dos 350 estudou em pelo menos uma das duas, o total da união é 350, e a fórmula da união dá 200 + 200 − x = 350, logo x = 50. Cinquenta está no intervalo "igual ou superior a 48 e inferior a 52", alternativa A.
Pegadinha da banca: A questão não diz "todos estudaram em alguma das duas", mas os números só fecham com essa leitura: 200 + 200 = 400 pessoas contadas para 350 reais, e o excesso de 50 é quem foi contado duas vezes.
No resumo: Matemática e Raciocínio Lógico PMDF 360 › OPERAÇÕES COM CONJUNTOS
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Mesma produtividade por policial e mesmos 5 dias: a relação entre policiais e ocorrências é direta. Cada policial atende 645 ÷ 9 = 71,67 ocorrências; com 12 policiais, 71,67 × 12 = 860. Ou, direto pela regra de três, 645 × 12 ÷ 9 = 860. "Mais de 855", alternativa E.
Pegadinha da banca: Os "5 dias por semana" aparecem duas vezes só para ocupar espaço: como não mudam, saem da conta. A banca gosta de dar um dado a mais para ver quem monta uma regra de três composta sem precisar.
No resumo: Matemática e Raciocínio Lógico PMDF 360 › REGRA DE TRÊS
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Só o item III está certo. A RIDE foi criada pela Lei Complementar 94/1998 e reúne o Distrito Federal, municípios de Goiás e também municípios de Minas Gerais, então o item I erra ao dizer "exclusivamente" Goiás. O item II inverte a lei: infraestrutura e geração de empregos estão entre os serviços expressamente considerados de interesse da RIDE, não fora deles. O item III reproduz a regra da própria LC 94/1998: município criado por desmembramento de território de município integrante passa a compor automaticamente a região.
Pegadinha da banca: "Exclusivamente" e "ressalvados" são as duas palavras que derrubam os itens I e II. A RIDE tem três unidades da federação, e a lista de interesses comuns é inclusiva, não excludente.
No resumo: Conhecimentos do DF e RIDE PMDF 360 › Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno, RIDE
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Em 1990 os eleitores do DF escolheram pela primeira vez, por voto direto, o governador e os primeiros deputados distritais, que instalaram a Câmara Legislativa em 1991: alternativa E. A alternativa A erra o número: o DF elege 8 deputados federais e 3 senadores. B contraria a Constituição, que veda a divisão do DF em municípios; regiões administrativas não são municípios. C erra porque o DF acumula as competências legislativas reservadas aos estados e aos municípios. D troca o vencedor do concurso do Plano Piloto: foi Lúcio Costa; Oscar Niemeyer assinou a arquitetura dos edifícios.
Pegadinha da banca: Lúcio Costa e Oscar Niemeyer trocados é a pegadinha mais antiga de DF e RIDE: urbanismo é de Lúcio Costa, arquitetura é de Niemeyer.
No resumo: Conhecimentos do DF e RIDE PMDF 360 › Natureza do Distrito Federal
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A Lei 14.751/2023, no parágrafo único do art. 18, dá aos militares dos estados, do DF e dos territórios a prerrogativa de serem presos somente por ordem escrita da autoridade judiciária competente ou em flagrante delito, salvo as prisões disciplinares: alternativa C. A alternativa A erra a esfera: a PMDF é organizada e mantida pela União (CF, art. 21, XIV), e seu efetivo é fixado em lei federal, não distrital. B mistura os círculos: general não existe na hierarquia das polícias militares e cadete é praça especial, não oficial subalterno. D troca a autoridade: o comandante-geral é nomeado por ato do governador, entre oficiais da ativa do último posto (art. 29). E descreve competências dos corpos de bombeiros militares (busca, salvamento, incêndio), não da polícia militar.
Pegadinha da banca: Na PMDF a União organiza e mantém, mas quem nomeia o comandante-geral é o governador do DF. A banca troca governador por presidente da República justamente porque a legislação da PMDF é federal.
No resumo: Legislação da PMDF 360 › A LEI 14.751/2023: O QUE MUDOU NO ALICERCE
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O art. 2º do R-200 define agregação como a situação na qual o policial militar da ativa deixa de ocupar vaga na escala hierárquica de seu quadro, nela permanecendo sem número: alternativa B, na letra do decreto. As demais alternativas são outros verbetes do mesmo artigo: C é a definição de hierarquia (ordenação da autoridade em níveis diferentes) e E é a de precedência (primazia para efeito de continência e sinais de respeito). A e D descrevem situações de emprego e de capacidade da corporação, não a agregação.
Pegadinha da banca: A expressão que identifica a agregação é "permanecendo nela sem número". O agregado continua na ativa e não perde o posto; ele só deixa de ocupar vaga.
No resumo: Legislação da PMDF 360 › OS CONCEITOS DO ART. 2º DO R-200
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O art. 6º da Lei 12.086/2009 diz que, no âmbito da PMDF, as promoções ocorrem por antiguidade, merecimento, ato de bravura e post mortem: alternativa A, na literalidade da lei. A alternativa E é a mais fácil de eliminar: promoção é instituto do pessoal da ativa, e a transferência para a inatividade encerra a progressão funcional. B, C e D mudam a autoridade competente ou a condição que a lei fixa para cada ato.
Pegadinha da banca: "Ressarcimento de preterição" não é critério de promoção: é promoção extraordinária, prevista em outro artigo. Quando a banca lista cinco critérios, um deles é esse intruso.
No resumo: Legislação da PMDF 360 › OS QUATRO CRITÉRIOS DE PROMOÇÃO
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O art. 125, § 4º, da Constituição dá à Justiça Militar estadual a competência para julgar os militares dos estados nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares, ressalvada a competência do júri quando a vítima for civil. Frederico praticou crime contra patrimônio sob administração militar, crime militar: Justiça Militar. João é alvo de ação contra ato disciplinar militar: Justiça Militar, pelo juiz de direito (§ 5º). Leonardo cometeu crime doloso contra a vida de civil: Tribunal do Júri, fora da Justiça Militar. Alternativa C.
Pegadinha da banca: Crime doloso contra a vida de civil praticado por policial militar vai ao júri. A regra que manda esse crime para a Justiça Militar da União vale para militares das Forças Armadas em situações específicas, e não para o PM estadual ou distrital.
No resumo: Direito Constitucional PMDF 360 › JUSTIÇA MILITAR
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Todos os direitos humanos com a mesma proteção, sem sacrificar uns em nome de outros, é a definição de indivisibilidade: os direitos civis, políticos, sociais, econômicos e culturais formam um bloco único, alternativa A. Relatividade (B) diz o contrário: nenhum direito é absoluto e eles se limitam entre si. Efetividade (C) é a exigência de que o direito se realize na prática. Transnacionalidade (D) é valer além das fronteiras do Estado. Inalienabilidade (E) é a impossibilidade de dispor do direito.
Pegadinha da banca: Indivisibilidade e interdependência andam juntas e a banca cobra as duas pela definição. Guarde pela palavra: indivisível é o que não se divide em mais e menos protegido.
No resumo: Direitos Humanos PMDF 360 › DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS: ESTRUTURA E NATUREZA JURÍDICA
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A responsabilidade do Distrito Federal por dano causado por policial militar em serviço é objetiva, pela teoria do risco administrativo (CF, art. 37, § 6º): basta conduta, dano e nexo causal, sem discutir dolo ou culpa de José. Nesse regime, a culpa exclusiva da vítima exclui a responsabilidade e a culpa concorrente apenas a atenua: alternativa C. A alternativa A exige dolo ou culpa, o que é responsabilidade subjetiva. B erra no regresso: a ação contra José depende de dolo ou culpa dele. D fala em risco integral, teoria que não admite excludentes e não é a regra. E esquece o nexo causal.
Pegadinha da banca: Objetiva para o Estado, subjetiva no regresso contra o agente. A banca inverte os dois lados na mesma alternativa, como fez em B.
No resumo: Direito Administrativo PMDF 360 › RESPONSABILIDADE CIVIL DO ESTADO
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Carlos subtraiu os bens sem violência e só depois, para assegurar a posse do que já tinha subtraído, empregou violência contra os moradores. É a hipótese do art. 157, § 1º, do Código Penal, o roubo impróprio: alternativa B. No roubo próprio (D) a violência vem antes ou durante a subtração, como meio de tirar a coisa. Não há rompimento de obstáculo (A), porque ele entrou pela janela sem causar dano. C e E tratam o fato como furto, o que a violência posterior afasta.
Pegadinha da banca: A ordem dos fatos decide o tipo: violência antes ou durante é roubo próprio; violência depois, para garantir o produto, é roubo impróprio. Entrar sem dano não qualifica o furto.
No resumo: Direito Penal PMDF 360 › DOS CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO
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O art. 155 do CPP proíbe o juiz de fundamentar a condenação exclusivamente nos elementos informativos colhidos na investigação, ressalvadas as provas cautelares, não repetíveis e antecipadas. Como a decisão se baseou só no inquérito e nenhuma dessas ressalvas se aplicava, a condenação é inválida: alternativa B. A alternativa A inventa uma presunção absoluta de veracidade do inquérito. C equipara inquérito a prova judicial. D erra o motivo: os elementos do inquérito são válidos e podem ser usados, só não podem ser a base exclusiva. E cria uma homologação que não existe.
Pegadinha da banca: "Exclusivamente" é a palavra da lei. O inquérito pode entrar na fundamentação junto com a prova produzida em juízo; o que não pode é sustentar a condenação sozinho.
No resumo: Direito Processual Penal PMDF 360 › DA PROVA
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O art. 195 do Código Penal Militar pune quem abandona, sem ordem superior, o posto ou lugar de serviço que lhe foi designado. A sentinela que sai sem autorização e sem ter sido rendida comete abandono de posto, alternativa D. O fim do horário do turno não a libera: enquanto o substituto não assume, o posto continua sob sua responsabilidade. Descumprimento de missão (A) é deixar de cumprir missão que lhe foi confiada, outro tipo; prevaricação (B) e retenção indevida (C) são crimes contra a administração militar; omissão de eficiência da força (E) é crime de comandante.
Pegadinha da banca: A banca coloca o fim do turno na história para sugerir que o serviço acabou. No Código Penal Militar o posto só é deixado por ordem superior ou por rendição.
No resumo: Direito Penal Militar PMDF 360 › ABANDONO DE POSTO E OUTROS CRIMES EM SERVIÇO
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O art. 149, I, do Código Penal Militar define o motim como reunirem-se militares agindo contra a ordem recebida de superior, ou negando-se a cumpri-la: alternativa A. As outras alternativas descrevem tipos vizinhos do mesmo capítulo: praticar violência armados (B) é a revolta, o motim do parágrafo único; deixar de informar o superior ou não impedir o motim (C) é a omissão de lealdade militar do art. 151; concertar-se para praticar motim (D) é a conspiração do art. 152; aliciar outro militar (E) é a aliciação do art. 154.
Pegadinha da banca: Motim e revolta são o mesmo artigo: a diferença é uma palavra, "armados". Conspiração é o acordo antes do motim; aliciação é o convite. A banca embaralha os quatro na mesma questão.
No resumo: Direito Penal Militar PMDF 360 › MOTIM E REVOLTA
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O art. 20 do CPPM fixa o prazo do inquérito policial militar em 20 dias quando o indiciado está preso e 40 dias quando está solto, prorrogável por mais 20 este último. Com indiciado preso, portanto, 20 dias: alternativa B. O prazo do preso não se prorroga.
Pegadinha da banca: O CPP comum tem 10 dias preso e 30 solto; o CPPM tem 20 e 40. A banca troca os códigos, e a alternativa A (10 dias) é a isca do processo penal comum.
No resumo: Direito Processual Penal Militar PMDF 360 › OS PRAZOS DO IPM
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A criminologia é ciência empírica: estuda o crime, o criminoso, a vítima e o controle social e produz dados. A política criminal usa esses dados para decidir como o Estado deve reagir ao crime. Uma alimenta a outra, e a alternativa D descreve exatamente essa relação. A alternativa A nega a função prática da criminologia. B confunde criminologia com direito penal, que é quem fixa penas. C diz que a política criminal ignora os dados empíricos, o contrário do que ocorre. E reduz a criminologia à repressão, quando ela também estuda a prevenção.
Pegadinha da banca: A fórmula de Von Liszt resolve a questão: a criminologia descreve, a política criminal decide e o direito penal normatiza. Alternativa que dá a uma delas o papel da outra está errada.
No resumo: Criminologia PMDF 360 › MÉTODOS E FUNÇÕES DA CRIMINOLOGIA
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Por bloco do edital
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Os capítulos acima estão no Combo PM-DF Soldado
As 34 matérias do edital em resumo esquematizado, com mapas mentais, tabelas das pegadinhas de banca e botão de treino com questões da própria matéria.
- AnualR$ 697,00
- VitalícioR$ 997,00
Como a prova da PM-DF é montada
O último caderno do Soldado teve 80 questões de múltipla escolha em 12 blocos: 30 de conhecimentos gerais, 10 de Legislação da PMDF e 40 de específicos. Este simulado é a mesma prova na escala de 1 para 4, com 20 questões que mantêm a proporção de cada bloco, e todas as 20 foram aplicadas pelo Cebraspe na prova da PM-DF de 14 de junho de 2026, o CFO, a banca contratada para o próximo edital.
Como usar
Responda sem consultar nada, como na prova. No caderno da PM-DF de 2026 o Cebraspe usou múltipla escolha com cinco alternativas e sem desconto por erro, e este simulado segue o mesmo formato. Quando errar, leia o comentário antes de seguir: é ali que aparece a palavra que a banca trocou. No fim, use a lista de revisão e vá direto ao capítulo indicado.