Simulado da PM-AL, no formato da prova.
20 itens de certo ou errado que o Cebraspe aplicou na própria PM-AL, na proporção dos dois blocos da prova. Comentário item a item e o capítulo do resumo em que cada tema está.
- As 13 matérias do edital, no peso que cada bloco tem na prova
- Errou e acertou na hora, com a explicação e a pegadinha da banca
- No fim, seu desempenho por bloco e o que revisar primeiro
Texto CB1A1
As mãos que criam, criam o quê? A ancestralidade de dona Irinéia mostra-se presente em suas peças feitas com o barro vermelho da sua região. São cabeças, figuras humanas, entre outras esculturas que narram, por meio da forma moldada no barro, episódios históricos, lutas e conquistas vividos pelos moradores de sua comunidade e do Quilombo de Palmares. Um exemplo é a escultura que representa pessoas em cima de uma jaqueira e que se tornou uma peça muito conhecida de dona Irinéia.
A jaqueira se tornou objeto de memória, pois remonta a uma enchente, durante a qual ela e suas três irmãs ficaram toda a noite em cima da árvore, esperando a água baixar. O manejo da matéria-prima é feito com a retirada do barro que depois é pisoteado, amassado e moldado. As peças são então queimadas, e ganham uma coloração naturalmente avermelhada.
Irinéia Rosa Nunes da Silva é uma das mais reconhecidas artistas da cerâmica popular brasileira. A história de dona Irinéia, mestra artesã do Patrimônio Vivo de Alagoas desde 2005, está entrelaçada com a história do povoado quilombola Muquém, onde nasceu em 1949.
O povoado pertence ao município de União dos Palmares, na zona da mata alagoana, e se encontra próximo à serra da Barriga que carrega forte simbolismo, pois é a terra do Quilombo dos Palmares.
Por volta dos vinte anos, dona Irinéia começou a ajudar sua mãe no sustento da família, fazendo panelas de barro. Entretanto, o costume de fazer promessas aos santos de quem se é devoto, quando se está passando por alguma provação ou doença, fez surgir para a artesã outras encomendas. Quando a graça é alcançada, costuma-se levar a parte do corpo curado representado em uma peça de cerâmica, como agradecimento para o santo. Foi assim que dona Irinéia começou a fazer cabeças, pés e assim por diante.
Até que um dia, uma senhora que sofria com uma forte dor de cabeça encomendou da ceramista uma cabeça, pois ia fazer uma promessa ao seu santo devoto. A senhora alcançou sua graça, o que fez com que dona Irinéia ficasse ainda mais conhecida na região. Chegou, inclusive, ao conhecimento do SEBRAE de Alagoas, que foi até dona Irinéia e ofereceu algumas capacitações que abriram mais possibilidades de produção para a ceramista. O número de encomendas foi aumentando e, com ele, sua imaginação e criatividade que fizeram nascer objetos singulares. Em Muquém, vivem cerca de quinhentas pessoas que contam com um posto de saúde, uma escola e a casa de farinha, onde as mulheres se reúnem para moer a mandioca, alimento central na comunidade, assim como de tantos outros quilombos no Nordeste. No dia a dia do povoado, o trabalho com o barro também preenche o tempo de muitas mulheres e alguns homens que se dedicam à produção de cerâmica, enquanto ensinam as crianças a mexer com a terra, produzindo pequenos bonecos. Internet: <www.artesol.org.br> (com adaptações). !FimDoTexto!
O texto fala da casa de farinha, da produção de cerâmica e da vida do povoado, e em momento nenhum lista quais serviços públicos chegam a Muquém. O item inventa uma conclusão que o texto não autoriza, e ainda a fecha com a palavra "únicos", que exige exclusividade. Em compreensão de texto, conclusão só vale se o texto sustentar.
Pegadinha da banca: A palavra "únicos" é o gatilho. Sempre que o item restringe (únicos, apenas, exclusivamente), procure no texto a frase que garante a exclusividade. Se ela não existir, o item está errado.
No resumo: Língua Portuguesa PMAL 360 › SEMÂNTICA
Texto CB1A1
As mãos que criam, criam o quê? A ancestralidade de dona Irinéia mostra-se presente em suas peças feitas com o barro vermelho da sua região. São cabeças, figuras humanas, entre outras esculturas que narram, por meio da forma moldada no barro, episódios históricos, lutas e conquistas vividos pelos moradores de sua comunidade e do Quilombo de Palmares. Um exemplo é a escultura que representa pessoas em cima de uma jaqueira e que se tornou uma peça muito conhecida de dona Irinéia.
A jaqueira se tornou objeto de memória, pois remonta a uma enchente, durante a qual ela e suas três irmãs ficaram toda a noite em cima da árvore, esperando a água baixar. O manejo da matéria-prima é feito com a retirada do barro que depois é pisoteado, amassado e moldado. As peças são então queimadas, e ganham uma coloração naturalmente avermelhada.
Irinéia Rosa Nunes da Silva é uma das mais reconhecidas artistas da cerâmica popular brasileira. A história de dona Irinéia, mestra artesã do Patrimônio Vivo de Alagoas desde 2005, está entrelaçada com a história do povoado quilombola Muquém, onde nasceu em 1949.
O povoado pertence ao município de União dos Palmares, na zona da mata alagoana, e se encontra próximo à serra da Barriga que carrega forte simbolismo, pois é a terra do Quilombo dos Palmares.
Por volta dos vinte anos, dona Irinéia começou a ajudar sua mãe no sustento da família, fazendo panelas de barro. Entretanto, o costume de fazer promessas aos santos de quem se é devoto, quando se está passando por alguma provação ou doença, fez surgir para a artesã outras encomendas. Quando a graça é alcançada, costuma-se levar a parte do corpo curado representado em uma peça de cerâmica, como agradecimento para o santo. Foi assim que dona Irinéia começou a fazer cabeças, pés e assim por diante.
Até que um dia, uma senhora que sofria com uma forte dor de cabeça encomendou da ceramista uma cabeça, pois ia fazer uma promessa ao seu santo devoto. A senhora alcançou sua graça, o que fez com que dona Irinéia ficasse ainda mais conhecida na região. Chegou, inclusive, ao conhecimento do SEBRAE de Alagoas, que foi até dona Irinéia e ofereceu algumas capacitações que abriram mais possibilidades de produção para a ceramista. O número de encomendas foi aumentando e, com ele, sua imaginação e criatividade que fizeram nascer objetos singulares. Em Muquém, vivem cerca de quinhentas pessoas que contam com um posto de saúde, uma escola e a casa de farinha, onde as mulheres se reúnem para moer a mandioca, alimento central na comunidade, assim como de tantos outros quilombos no Nordeste. No dia a dia do povoado, o trabalho com o barro também preenche o tempo de muitas mulheres e alguns homens que se dedicam à produção de cerâmica, enquanto ensinam as crianças a mexer com a terra, produzindo pequenos bonecos. Internet: <www.artesol.org.br> (com adaptações). !FimDoTexto!
O primeiro parágrafo diz que as esculturas "narram, por meio da forma moldada no barro, episódios históricos, lutas e conquistas vividos pelos moradores de sua comunidade". Narrar episódios da comunidade é exatamente representar e preservar memória, que é o que o item afirma. A conclusão vem do texto, sem acréscimo.
Pegadinha da banca: Aqui o item parafraseia o texto em vez de copiá-lo. Item de compreensão não precisa repetir as palavras do autor: precisa manter o sentido. Procurar a frase idêntica e não achar não torna o item errado.
No resumo: Língua Portuguesa PMAL 360 › SEMÂNTICA
Texto CB1A1
As mãos que criam, criam o quê? A ancestralidade de dona Irinéia mostra-se presente em suas peças feitas com o barro vermelho da sua região. São cabeças, figuras humanas, entre outras esculturas que narram, por meio da forma moldada no barro, episódios históricos, lutas e conquistas vividos pelos moradores de sua comunidade e do Quilombo de Palmares. Um exemplo é a escultura que representa pessoas em cima de uma jaqueira e que se tornou uma peça muito conhecida de dona Irinéia.
A jaqueira se tornou objeto de memória, pois remonta a uma enchente, durante a qual ela e suas três irmãs ficaram toda a noite em cima da árvore, esperando a água baixar. O manejo da matéria-prima é feito com a retirada do barro que depois é pisoteado, amassado e moldado. As peças são então queimadas, e ganham uma coloração naturalmente avermelhada.
Irinéia Rosa Nunes da Silva é uma das mais reconhecidas artistas da cerâmica popular brasileira. A história de dona Irinéia, mestra artesã do Patrimônio Vivo de Alagoas desde 2005, está entrelaçada com a história do povoado quilombola Muquém, onde nasceu em 1949.
O povoado pertence ao município de União dos Palmares, na zona da mata alagoana, e se encontra próximo à serra da Barriga que carrega forte simbolismo, pois é a terra do Quilombo dos Palmares.
Por volta dos vinte anos, dona Irinéia começou a ajudar sua mãe no sustento da família, fazendo panelas de barro. Entretanto, o costume de fazer promessas aos santos de quem se é devoto, quando se está passando por alguma provação ou doença, fez surgir para a artesã outras encomendas. Quando a graça é alcançada, costuma-se levar a parte do corpo curado representado em uma peça de cerâmica, como agradecimento para o santo. Foi assim que dona Irinéia começou a fazer cabeças, pés e assim por diante.
Até que um dia, uma senhora que sofria com uma forte dor de cabeça encomendou da ceramista uma cabeça, pois ia fazer uma promessa ao seu santo devoto. A senhora alcançou sua graça, o que fez com que dona Irinéia ficasse ainda mais conhecida na região. Chegou, inclusive, ao conhecimento do SEBRAE de Alagoas, que foi até dona Irinéia e ofereceu algumas capacitações que abriram mais possibilidades de produção para a ceramista. O número de encomendas foi aumentando e, com ele, sua imaginação e criatividade que fizeram nascer objetos singulares. Em Muquém, vivem cerca de quinhentas pessoas que contam com um posto de saúde, uma escola e a casa de farinha, onde as mulheres se reúnem para moer a mandioca, alimento central na comunidade, assim como de tantos outros quilombos no Nordeste. No dia a dia do povoado, o trabalho com o barro também preenche o tempo de muitas mulheres e alguns homens que se dedicam à produção de cerâmica, enquanto ensinam as crianças a mexer com a terra, produzindo pequenos bonecos. Internet: <www.artesol.org.br> (com adaptações). !FimDoTexto!
Em "O povoado pertence ao município de União dos Palmares", quem pertence é o povoado: o termo é o sujeito da oração, e não complemento. O verbo pertencer pede complemento com preposição, que aqui é "ao município de União dos Palmares". O item troca sujeito por complemento e ainda sustenta a troca com um argumento de sentido.
Pegadinha da banca: O Cebraspe gosta de justificar a função sintática pelo papel semântico, dizendo que o termo é "paciente" e por isso seria complemento. Função sintática se resolve pela estrutura da oração, não pelo papel de quem age ou sofre a ação.
No resumo: Língua Portuguesa PMAL 360 › SUJEITO
Antispam é exatamente o mecanismo que filtra mensagens não solicitadas, em geral de propaganda, antes de elas chegarem à caixa de entrada. O item descreve o problema e aponta a ferramenta certa.
Pegadinha da banca: Não confunda os alvos: antispam filtra mensagem indesejada, antivírus trata código malicioso, firewall controla o tráfego da rede e antispyware cuida de programa espião. A banca troca a ferramenta e mantém o problema.
No resumo: Informática PMAL 360 › CORREIO ELETRÔNICO (E-MAIL)
Worm é o código malicioso que se propaga sozinho, enviando cópias de si mesmo pela rede, sem precisar de um arquivo hospedeiro nem da ação do usuário. É essa a definição do item.
Pegadinha da banca: A diferença que cai é worm contra vírus: o vírus precisa de um hospedeiro e depende de o usuário executar o arquivo; o worm se propaga por conta própria. Trocar um pelo outro é o erro mais comum do assunto.
No resumo: Informática PMAL 360 › AMEAÇAS VIRTUAIS
Elasticidade rápida é a capacidade de aumentar e diminuir recursos conforme a demanda, quase de imediato. Poder usar o serviço de qualquer lugar é outra característica da computação em nuvem, o amplo acesso pela rede. O item pega o nome de uma e descreve a outra.
Pegadinha da banca: As características da nuvem costumam vir trocadas entre si: autosserviço sob demanda, amplo acesso pela rede, agrupamento de recursos, elasticidade rápida e serviço medido. Leia o nome e confira se a descrição é daquela mesma característica.
No resumo: Informática PMAL 360 › COMPUTAÇÃO EM NUVEM (CLOUD COMPUTING)
O PROCV procura um valor na primeira coluna de um intervalo e devolve um valor da mesma linha, em outra coluna. A busca percorre as linhas da tabela, que é o que o item diz. O V do nome é de vertical, referente ao sentido da procura na coluna.
Pegadinha da banca: O par que a banca inverte é PROCV e PROCH: o PROCV procura na primeira coluna e anda na horizontal para devolver; o PROCH procura na primeira linha. Item que atribua ao PROCV a busca na primeira linha está errado.
No resumo: Informática PMAL 360 › MICROSOFT EXCEL
A formação de Alagoas se apoiou na monocultura da cana em grande propriedade, com trabalho escravizado, e essa herança aparece até hoje na concentração de terra, na dependência de um só produto e nos indicadores sociais do estado. O item liga passado e presente sem exagerar: diz que alguns problemas têm relação com essa origem, e não que ela explique tudo.
Pegadinha da banca: Repare no "alguns" e no "têm relação". Se o item dissesse que o passado escravista é a causa única dos problemas atuais, estaria errado por generalizar. Em questão de formação histórica, o verbo e o quantificador decidem.
No resumo: Conhecimentos do Estado de Alagoas PMAL 360 › AS MARCAS QUE FICARAM
O art. 9º do Estatuto dos Policiais Militares de Alagoas diz que a hierarquia e a disciplina são a base institucional da corporação, e o § 4º manda mantê-las entre os policiais da ativa, da reserva remunerada e reformados. O art. 5º do Regulamento Disciplinar repete a regra com as mesmas palavras. O item está de acordo com as duas normas.
Pegadinha da banca: O ponto que a banca ataca é a inatividade. Quem está na reserva ou reformado continua sujeito à hierarquia, à disciplina e ao próprio Regulamento Disciplinar, inclusive pelo que faz no meio civil, como diz o art. 10 do regulamento.
No resumo: Legislação da PM-AL 360 › HIERARQUIA E DISCIPLINA: ARTS. 9º A 14
Os dois números estão trocados. Pelo art. 99 do Estatuto, a licença para tratar de interesse particular exige dez anos ou mais de efetivo serviço, e o período máximo é de dois anos, contínuos ou não. O item fala em três anos de serviço e um ano de licença.
Pegadinha da banca: Essa licença é a campeã de troca de número, porque tem dois números para errar: o tempo de serviço que dá direito e o prazo máximo. Guarde o par: dez anos para pedir, dois anos no máximo, sem remuneração e sem contagem de tempo.
No resumo: Legislação da PM-AL 360 › AFASTAMENTOS E LICENÇAS
O art. 95 do Regulamento Disciplinar concede o cancelamento da punição a quem completou cinco anos de efetivo serviço sem sofrer qualquer punição disciplinar, e o texto acrescenta, com todas as letras, "inclusive a de advertência". Como o policial levou uma advertência dentro do quinquênio, o requerimento é indeferido.
Pegadinha da banca: A advertência engana duas vezes. Ela não conta para a classificação do comportamento, pelo art. 75, § 3º, mas conta para o cancelamento, pelo art. 95. São regras diferentes, e a banca usa uma para induzir o erro na outra.
No resumo: Legislação da PM-AL 360 › CANCELAMENTO DE PUNIÇÃO E RECOMPENSAS
O art. 28 do Regulamento Disciplinar é expresso: as instâncias criminal e administrativa são independentes e podem correr ao mesmo tempo, e a instauração de inquérito ou de ação penal não impede a punição imediata da transgressão disciplinar. A apuração administrativa não espera o inquérito.
Pegadinha da banca: A ressalva existe, mas é outra: no concurso de crime militar e transgressão disciplinar, considera-se a violação mais grave, pelo art. 33, § 2º, do Estatuto. Isso não transforma a instância administrativa em dependente da criminal.
No resumo: Legislação da PM-AL 360 › O CONCEITO E A INDEPENDÊNCIA DAS INSTÂNCIAS
Pela autotutela, a administração revê os próprios atos: anula os ilegais e revoga os inconvenientes ou inoportunos. Isso alcança tanto a legalidade quanto o mérito, e é o que dizem as súmulas 346 e 473 do Supremo. O item reproduz a regra.
Pegadinha da banca: Anular e revogar não são a mesma coisa. Anulação é por ilegalidade, é dever, e os efeitos retroagem; revogação é por conveniência e oportunidade, é faculdade, e vale daqui para frente. Item que troque os efeitos está errado.
No resumo: Direito Administrativo PMAL 360 › PRINCÍPIOS ADMINISTRATIVOS
A imperatividade é o atributo que impõe o ato a terceiros independentemente da concordância deles, e por isso só aparece nos atos que criam obrigação. Os atos de consentimento, como a licença e a autorização, e os atos enunciativos, como a certidão e o atestado, não têm imperatividade. Dizer que ela está em todas as modalidades é generalizar.
Pegadinha da banca: Dos quatro atributos, só a presunção de legitimidade está em todos os atos administrativos. Imperatividade e autoexecutoriedade aparecem em parte deles, e a tipicidade acompanha os atos unilaterais.
No resumo: Direito Administrativo PMAL 360 › ATOS ADMINISTRATIVOS
O art. 42 da Constituição chama os militares dos estados de membros das instituições organizadas com base na hierarquia e disciplina, e o art. 144, § 6º, coloca as polícias militares e os corpos de bombeiros militares como forças auxiliares e reserva do Exército, subordinadas aos governadores. O item reproduz a base constitucional.
Pegadinha da banca: A subordinação é ao governador do estado, do Distrito Federal ou do território, e não ao Exército. Ser força auxiliar e reserva do Exército diz respeito ao controle e à convocação, não ao comando do dia a dia.
No resumo: Direito Constitucional PMAL 360 › SEGURANÇA PÚBLICA
O art. 5º, § 1º, da Constituição diz que as normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata, e não que todas sejam integrais. Há direitos que dependem de lei para serem exercidos na plenitude, como o direito de greve do servidor público. O erro do item está na palavra integral.
Pegadinha da banca: A doutrina separa as normas constitucionais em de eficácia plena, contida e limitada. Aplicabilidade imediata não é sinônimo de eficácia plena, e é nessa confusão que o item se sustenta.
No resumo: Direito Constitucional PMAL 360 › APLICABILIDADE DAS NORMAS CONSTITUCIONAIS
Ser funcionário público é elementar do crime de corrupção passiva, e o art. 30 do Código Penal manda que as elementares se comuniquem ao coautor ou partícipe que as conheça. Como o particular sabia da condição do policial militar, ele responde pelo mesmo delito.
Pegadinha da banca: A regra do art. 30 tem duas metades: circunstâncias de caráter pessoal não se comunicam, mas as elementares sim, desde que conhecidas. A banca costuma citar só a primeira metade e esconder a exceção.
No resumo: Direito Penal (Parte Geral) PMAL 360 › CONCURSO DE PESSOAS
O desacato do art. 331 do Código Penal exige que a ofensa seja dirigida ao funcionário público no exercício da função ou em razão dela. Ofensa de caráter puramente pessoal, sem ligação com a condição profissional, é injúria, e não desacato. O próprio item afasta o nexo e mesmo assim afirma o crime.
Pegadinha da banca: O enunciado entrega a resposta: quando o item diz "sem nexo causal com sua condição profissional", ele já eliminou a elementar do tipo. Leia a ressalva antes de decidir pelo crime que o item nomeia.
No resumo: Direito Penal (Parte Geral) PMAL 360 › CLASSIFICAÇÃO DOS CRIMES
O art. 17 do Código de Processo Penal proíbe a autoridade policial de mandar arquivar o inquérito. O arquivamento é promovido pelo Ministério Público e, na redação atual do art. 28, submetido à revisão dentro da própria instituição. Concluir que não houve crime não muda quem tem competência para arquivar.
Pegadinha da banca: Do delegado se espera o relatório, não o arquivamento. A banca monta a situação de forma que a conclusão pareça lógica, mas a competência é de lei e não acompanha o resultado da investigação.
No resumo: Direito Processual Penal PMAL 360 › INQUÉRITO POLICIAL (IP)
A relatividade é uma das características clássicas dos direitos humanos: nenhum direito é absoluto, porque todos convivem com outros direitos e podem ser limitados quando colidem. A própria Constituição admite a pena de morte em caso de guerra declarada, no art. 5º, XLVII, o que mostra que nem o direito à vida é absoluto.
Pegadinha da banca: Relatividade não significa fragilidade. Os direitos humanos continuam universais, indivisíveis, imprescritíveis e irrenunciáveis; o que a relatividade diz é que, no caso concreto, um direito pode ceder diante de outro.
No resumo: Direitos Humanos PMAL 360 › INTRODUÇÃO E AFIRMAÇÃO HISTÓRICA DOS DIREITOS HUMANOS
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Por bloco do edital
Por matéria, do pior para o melhor
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Os capítulos acima estão no Combo PM-AL Soldado
As 26 matérias do edital em resumo esquematizado, com mapas mentais, tabelas das pegadinhas de banca e botão de treino com questões da própria matéria.
- AnualR$ 697,00
- VitalícioR$ 997,00
Como a prova da PM-AL é montada
A prova do Edital 1/2026 tem 120 itens de certo ou errado, 50 de conhecimentos básicos e 70 de conhecimentos específicos, mais uma redação de até 30 linhas sobre Atualidades. O item errado anula um item certo. Este simulado é a mesma prova na escala de 1 para 6, com 20 itens que mantêm a proporção dos dois blocos, e todos foram aplicados pelo Cebraspe na própria PM-AL, nos concursos de 2021, 2018 e 2017.
Como usar
Responda sem consultar nada, como na prova. Na PM-AL o item errado anula um item certo, então chutar custa ponto. Aqui não há desconto, mas treine como na prova: só marque o que você consegue justificar. Quando errar, leia o comentário antes de seguir: é ali que aparece a palavra que a banca trocou. No fim, use a lista de revisão e vá direto ao capítulo indicado.