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18 questões que já caíram em prova, de Cebraspe, FGV, AOCP e Quadrix, com gabarito e comentário alternativa por alternativa assim que você responde. Sem limite de tentativas.
- Você responde e vê na hora se acertou, com a explicação de cada alternativa
- Cada comentário diz em que capítulo do resumo o tema está
- No fim, sua nota, os temas em que você mais erra e o que revisar
Clique na tesoura para riscar o que você já descartou. Isso não marca resposta.
- B) CERTA. Ainda que e embora são concessivas: reconhecem a relação entre informação e conhecimento sem desfazer a diferença entre eles. Sentido preservado.
- A) errada. Pois transforma a relação em causa da diferença, o que a frase original não diz.
- C) errada. Porque faz o mesmo que a alternativa A: inventa uma relação de causa que não existe no trecho.
- D) errada. Logo é conclusiva: diz que estão relacionados porque são distintos, o oposto da ideia original.
- E) errada. Por isso também é conclusiva e cria uma consequência que o texto não estabelece.
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- B) CERTA. Tudo retoma o que já foi dito, café e ovos. O termo aponta para trás: isso é anáfora, não catáfora.
- A) errada. O melhor amigo de um homem aponta para o que vem depois, Deus. Catáfora.
- C) errada. O campeão do Brasil deste ano só é identificado adiante, o Palmeiras. Catáfora.
- D) errada. Ele aparece antes de sabermos quem é, e o nome vem depois: esse tal de Coutinho. Catáfora.
- E) errada. Isso anuncia o que vem depois dos dois-pontos, a falta de tempo. Catáfora.
Errado. Não há facultatividade nenhuma nesse caso.
Haver no sentido de existir é verbo impessoal. Ele não tem sujeito, então fica obrigatoriamente na terceira pessoa do singular.
Pontos terrivelmente sérios é objeto direto, e objeto não comanda concordância.
Redação correta: a forma havia fica no singular porque o verbo haver, no sentido de existir, é impessoal e não admite plural.
O contraste é com existir, que é pessoal: existiam pontos terrivelmente sérios, no plural.
Errado. Até não é palavra que atrai o pronome.
As atrativas são as palavras de negação, os advérbios, os pronomes relativos, indefinidos e interrogativos, e as conjunções subordinativas. Até é palavra denotativa de inclusão e fica fora dessa lista.
Além disso, a construção tem locução verbal com infinitivo, e aí a colocação é livre entre próclise ao auxiliar e ênclise ao principal.
Redação correta: a próclise não é obrigatória, porque até não exerce força atrativa sobre o pronome.
O teste é ler sem a palavra suspeita: poderiam se valer continua correto, e valer-se também.
Certo. Repetir a mesma expressão no início de versos seguidos é anáfora.
A anáfora é figura de construção e serve para marcar ritmo e insistir numa ideia.
Não confunda com a anáfora da coesão textual, que é o pronome retomando um termo já dito. São dois usos do mesmo nome.
Aqui o contexto é literário, então vale a figura de linguagem.
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- B) CERTA. Tornar é transitivo direto: a doença torna a saúde agradável. Sem preposição, sem crase. O acento ali está errado, e é isso que a questão pede.
- A) errada. Às vezes é locução adverbial feminina, e a crase é obrigatória. Uso correto.
- C) errada. Ligada a + as circunstâncias: preposição mais artigo, crase correta. Às vezes também está certo.
- D) errada. Chegar a + a conclusão: crase correta.
- E) errada. Em relação a + a doença: crase correta.
Errado. Posto que introduz concessão, não explicação.
Troque por embora e leia de novo: embora indique certa carência de ideias. A frase continua de pé, o que confirma o valor concessivo.
Conjunção explicativa é que, porque, pois anteposto ao verbo, e ela justifica o que foi dito antes.
Redação correta: o vocábulo posto classifica-se como conjunção concessiva.
Posto que é das poucas concessivas que quase ninguém decora, e por isso ela aparece tanto em prova.
Errado. Excelentíssimo Senhor não é exclusivo do presidente da República.
O Manual de Redação da Presidência reserva esse vocativo para as três autoridades máximas dos Poderes: o presidente da República, o presidente do Congresso Nacional e o presidente do Supremo Tribunal Federal.
Para as demais autoridades, o vocativo é Senhor seguido do cargo, como Senhor Ministro ou Senhor Governador.
Redação correta: o vocativo Excelentíssimo Senhor é empregado nas comunicações dirigidas aos chefes dos três Poderes, e não somente ao presidente da República.
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- C) CERTA. A partir daquele momento: a preposição a fica separada e sem acento, porque diante de verbo no infinitivo não há crase.
- A) errada. À partir leva acento grave, e não existe crase antes de verbo.
- B) errada. Apartir, junto, não existe na língua. São duas palavras: a partir.
- D) errada. Á com acento agudo não existe nesse contexto. Nem crase, nem acento: só a.
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- B) CERTA. pa-í-ses e pre-ju-í-zos são paroxítonas em que o i tônico forma hiato com a vogal anterior. É exatamente a regra pedida.
- A) errada. incluído se encaixa na regra, mas inúmeros é proparoxítona e entra por outro caminho.
- C) errada. heróis é oxítona com ditongo aberto ói, que é outra regra.
- D) errada. prejuízos serve, heróis não, pelo mesmo motivo da alternativa C.
- E) errada. inúmeros é proparoxítona e conteúdos tem u tônico em hiato, mas a alternativa só vale se as duas palavras seguirem a regra pedida.
Certo. As duas terminam em ditongo, e paroxítona terminada em ditongo é acentuada.
Separe as sílabas e ouça a tônica: fá-ceis e pos-sí-veis. Nas duas o acento cai na penúltima sílaba, então são paroxítonas.
A terminação é o que fecha a regra. O grupo eis forma ditongo oral, e a lista das paroxítonas acentuadas inclui as terminadas em ditongo, oral ou nasal.
Cuidado com a pegadinha vizinha: se a palavra fosse oxítona terminada em éis, como fiéis, o motivo do acento seria outro.
Errado. O item inverte o que aconteceu.
A partir da terceira edição do Manual de Redação da Presidência, aviso, ofício e memorando foram unificados em um único modelo, o padrão ofício.
Ou seja, o memorando foi absorvido pelo padrão ofício. Não foi o padrão ofício que deu lugar ao memorando.
Redação correta: o memorando e o aviso foram substituídos pelo padrão ofício, que unificou as três formas de comunicação oficial.
Guarde a data: a mudança veio na terceira edição do Manual, de 2018.
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- C) CERTA. Caso introduz condição, e discordar pede a preposição de: algum item do qual você discorde. Conjunção e regência no lugar.
- A) errada. Por mais que é concessiva, mas a regência falhou: quem defende, defende algo, então é a perspectiva que você defendeu, sem o de.
- B) errada. Por isso indica conclusão, não finalidade. O rótulo entre parênteses não bate com a conjunção.
- D) errada. Para indica finalidade, mas quem gosta, gosta de algo: a obra de que mais gosto. Faltou a preposição.
- E) errada. Já que é causal, não adversativa. Os autores fizeram contribuições e por isso são elogiados: causa e efeito, não oposição.
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- C) CERTA. Dois-pontos anunciam a explicação; ponto e vírgula separa as duas orações paralelas, a primeira e a segunda; e ao contrário, intercalado, vai entre vírgulas.
- A) errada. Vírgula depois de linguagem humana não anuncia explicação, e dois-pontos no meio da primeira oração não têm o que introduzir.
- B) errada. Vírgula para separar a primeira oração da segunda é fraca demais: são orações independentes e paralelas, e o ponto e vírgula entra ali. Além disso deixa ao contrário sem o par de vírgulas.
- D) errada. Ponto e vírgula depois de ao contrário quebra a expressão intercalada, que exige vírgula dos dois lados.
- E) errada. Ponto depois de linguagem humana encerra a frase e mata a explicação que vem em seguida.
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- A) CERTA. Mitigar está na forma infinitiva, ligada a com foco em, e significa atenuar. Acentuar, no sentido de intensificar, é o oposto disso.
- B) errada. Não é substantivo. Está em paralelo com proteger, e os dois são infinitivos regidos pela mesma preposição.
- C) errada. Imperativo seria mitigue ou mitiga. Parônimo é palavra parecida no som, o que não é o caso de litigar aqui.
- D) errada. Agravar é o contrário de mitigar. Trocar um pelo outro inverte o sentido da frase.
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- D) CERTA. Nem tudo que reluz é ouro, nem tudo que balança cai: as duas partes fazem sentido e conversam com o que sabemos do mundo. Coerente do começo ao fim.
- A) errada. Ninguém é velho ao nascer. A frase junta duas ideias que não cabem juntas.
- B) errada. Não entrar no banco e depois sair dele é impossível: só sai quem entrou. Contradição lógica.
- C) errada. Acertar o tiro antes de disparar inverte a ordem dos fatos. O efeito vem antes da causa.
- E) errada. Herança imensa e não ficou rico se contradizem. Ter só dinheiro é exatamente ser rico.
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- A) CERTA. Não sou daqueles que gostam: o verbo concorda com aqueles, plural. Frase correta.
- B) errada. Haver no sentido de existir é impessoal e fica no singular: havia muitos transeuntes.
- C) errada. O núcleo do sujeito é série, singular: aconteceu uma série de acidentes.
- D) errada. O grupo é coletivo singular: o grupo não quis contribuir.
- E) errada. Além do erro em biblioteca escolas, a construção os livros parecem que estão mistura dois sujeitos. O certo seria os livros parecem estar ou parece que os livros estão.
Certo. Na carta pessoal a pontuação depois do vocativo é escolha de quem escreve.
Cabe vírgula, dois-pontos ou ponto de exclamação, e a escolha muda o tom do texto, não a correção dele.
O que não muda é a natureza do termo: vocativo é sempre isolado do resto da frase por pontuação.
Na comunicação oficial a folga é menor, porque o padrão ofício fixa o formato do vocativo.
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