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- Cada comentário diz em que capítulo do resumo o tema está
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Errado. Calor não é sujeito da oração.
Fazer indicando fenômeno da natureza é impessoal, e oração com verbo impessoal não tem sujeito.
A forma fica na terceira pessoa do singular por imposição da regra, não por concordar com alguma coisa.
Redação correta: a forma Fazia está no singular porque o verbo fazer, indicando fenômeno da natureza, é impessoal e a oração não tem sujeito.
Mesmo raciocínio de faz dois anos e fazia frio. Se o verbo é impessoal, não procure sujeito.
Errado. Não há facultatividade nenhuma nesse caso.
Haver no sentido de existir é verbo impessoal. Ele não tem sujeito, então fica obrigatoriamente na terceira pessoa do singular.
Pontos terrivelmente sérios é objeto direto, e objeto não comanda concordância.
Redação correta: a forma havia fica no singular porque o verbo haver, no sentido de existir, é impessoal e não admite plural.
O contraste é com existir, que é pessoal: existiam pontos terrivelmente sérios, no plural.
Certo. Na carta pessoal a pontuação depois do vocativo é escolha de quem escreve.
Cabe vírgula, dois-pontos ou ponto de exclamação, e a escolha muda o tom do texto, não a correção dele.
O que não muda é a natureza do termo: vocativo é sempre isolado do resto da frase por pontuação.
Na comunicação oficial a folga é menor, porque o padrão ofício fixa o formato do vocativo.
Errado. O item inverte o que aconteceu.
A partir da terceira edição do Manual de Redação da Presidência, aviso, ofício e memorando foram unificados em um único modelo, o padrão ofício.
Ou seja, o memorando foi absorvido pelo padrão ofício. Não foi o padrão ofício que deu lugar ao memorando.
Redação correta: o memorando e o aviso foram substituídos pelo padrão ofício, que unificou as três formas de comunicação oficial.
Guarde a data: a mudança veio na terceira edição do Manual, de 2018.
Errado. O item inverte a pessoa do discurso.
Os pronomes de tratamento se referem à segunda pessoa, que é com quem se fala. Vossa Excelência é o interlocutor, não um terceiro.
O que fica na terceira pessoa é a concordância verbal e pronominal: Vossa Excelência apresentou seu relatório, e não apresentastes vosso relatório.
Redação correta: nas redações oficiais, os pronomes de tratamento se referem à segunda pessoa do discurso, mas a concordância se faz na terceira pessoa gramatical.
Essa troca entre referência e concordância é a pegadinha clássica do tema.
Clique na tesoura para riscar o que você já descartou. Isso não marca resposta.
- A) CERTA. Mitigar está na forma infinitiva, ligada a com foco em, e significa atenuar. Acentuar, no sentido de intensificar, é o oposto disso.
- B) errada. Não é substantivo. Está em paralelo com proteger, e os dois são infinitivos regidos pela mesma preposição.
- C) errada. Imperativo seria mitigue ou mitiga. Parônimo é palavra parecida no som, o que não é o caso de litigar aqui.
- D) errada. Agravar é o contrário de mitigar. Trocar um pelo outro inverte o sentido da frase.
Certo. Ministro de tribunal superior recebe o vocativo Senhor Ministro.
A regra do Manual é simples: Excelentíssimo Senhor fica com os chefes dos três Poderes; todas as outras autoridades tratadas por Vossa Excelência recebem Senhor mais o cargo.
Ministro de tribunal superior é tratado por Vossa Excelência no corpo do texto, mas o vocativo do cabeçalho é Senhor Ministro.
Repare que tratamento e vocativo são coisas diferentes. A banca costuma misturar os dois para confundir.
Certo. As duas são proparoxítonas, e proparoxítona é sempre acentuada.
re-pú-bli-ca tem quatro sílabas e a tônica é pú, a antepenúltima. cár-ce-re tem três e a tônica é cár, também antepenúltima.
Essa é a única regra de acentuação sem exceção no português. Se a palavra é proparoxítona, ela leva acento, e ponto.
O enunciado pergunta se a regra é a mesma, não se as palavras se parecem. Compare a posição da tônica, não a terminação.
Clique na tesoura para riscar o que você já descartou. Isso não marca resposta.
- D) CERTA. código e democrático são proparoxítonas, e proparoxítona é sempre acentuada. Mesma regra para as duas.
- A) errada. pública e prática são proparoxítonas, mas regulatória é paroxítona terminada em ditongo. São duas regras diferentes na mesma alternativa.
- B) errada. provêm é do verbo provir. De prover, a terceira pessoa do plural do presente do indicativo é proveem.
- C) errada. analizar com z não existe na ortografia oficial. A grafia é analisar, com s.
Certo. Repetir a mesma expressão no início de versos seguidos é anáfora.
A anáfora é figura de construção e serve para marcar ritmo e insistir numa ideia.
Não confunda com a anáfora da coesão textual, que é o pronome retomando um termo já dito. São dois usos do mesmo nome.
Aqui o contexto é literário, então vale a figura de linguagem.
Certo. As duas terminam em ditongo, e paroxítona terminada em ditongo é acentuada.
Separe as sílabas e ouça a tônica: fá-ceis e pos-sí-veis. Nas duas o acento cai na penúltima sílaba, então são paroxítonas.
A terminação é o que fecha a regra. O grupo eis forma ditongo oral, e a lista das paroxítonas acentuadas inclui as terminadas em ditongo, oral ou nasal.
Cuidado com a pegadinha vizinha: se a palavra fosse oxítona terminada em éis, como fiéis, o motivo do acento seria outro.
Certo. As três são proparoxítonas.
se-mân-ti-co e sin-tá-ti-co têm a tônica na antepenúltima sílaba, sem discussão.
lin-guís-ti-cas engana porque é longa, mas a tônica é guís, que também é a antepenúltima. Proparoxítona igual às outras duas.
A banca gosta de misturar uma palavra maior na lista para ver se o candidato desiste de separar as sílabas. Separe sempre.
Errado. Até não é palavra que atrai o pronome.
As atrativas são as palavras de negação, os advérbios, os pronomes relativos, indefinidos e interrogativos, e as conjunções subordinativas. Até é palavra denotativa de inclusão e fica fora dessa lista.
Além disso, a construção tem locução verbal com infinitivo, e aí a colocação é livre entre próclise ao auxiliar e ênclise ao principal.
Redação correta: a próclise não é obrigatória, porque até não exerce força atrativa sobre o pronome.
O teste é ler sem a palavra suspeita: poderiam se valer continua correto, e valer-se também.
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- B) CERTA. pa-í-ses e pre-ju-í-zos são paroxítonas em que o i tônico forma hiato com a vogal anterior. É exatamente a regra pedida.
- A) errada. incluído se encaixa na regra, mas inúmeros é proparoxítona e entra por outro caminho.
- C) errada. heróis é oxítona com ditongo aberto ói, que é outra regra.
- D) errada. prejuízos serve, heróis não, pelo mesmo motivo da alternativa C.
- E) errada. inúmeros é proparoxítona e conteúdos tem u tônico em hiato, mas a alternativa só vale se as duas palavras seguirem a regra pedida.
Errado. Posto que introduz concessão, não explicação.
Troque por embora e leia de novo: embora indique certa carência de ideias. A frase continua de pé, o que confirma o valor concessivo.
Conjunção explicativa é que, porque, pois anteposto ao verbo, e ela justifica o que foi dito antes.
Redação correta: o vocábulo posto classifica-se como conjunção concessiva.
Posto que é das poucas concessivas que quase ninguém decora, e por isso ela aparece tanto em prova.
Errado. A forma está no futuro do pretérito, não no futuro do presente.
Desfaça a mesóclise e o verbo aparece inteiro: restar-me-ia é restaria mais o pronome me encaixado no meio.
Restaria é futuro do pretérito. O futuro do presente seria restará, e a mesóclise sairia restar-me-á.
Redação correta: a mesóclise em restar-me-ia expressa o futuro do pretérito.
A mesóclise só aparece nesses dois tempos, então identificar qual deles é o caminho mais curto para a resposta.
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- A) CERTA. A reescrita mexe na arquitetura do texto: reorganiza ideias, muda a ordem dos parágrafos, corta o que não serve.
- B) errada. Corrigir gramática e ortografia é o trabalho da revisão e da correção, que vêm antes.
- C) errada. Gerar ideias novas é planejamento, a primeira etapa do processo.
- D) errada. Chegar à versão final é o resultado do processo inteiro, não o objetivo específico da reescrita.
- E) errada. Avaliar propósito e público também é planejamento, e não reescrita.
Errado. Excelentíssimo Senhor não é exclusivo do presidente da República.
O Manual de Redação da Presidência reserva esse vocativo para as três autoridades máximas dos Poderes: o presidente da República, o presidente do Congresso Nacional e o presidente do Supremo Tribunal Federal.
Para as demais autoridades, o vocativo é Senhor seguido do cargo, como Senhor Ministro ou Senhor Governador.
Redação correta: o vocativo Excelentíssimo Senhor é empregado nas comunicações dirigidas aos chefes dos três Poderes, e não somente ao presidente da República.
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