Simulado do Banco do Brasil, no formato da prova.
20 questões de múltipla escolha da Cesgranrio, na proporção exata da prova do Banco do Brasil de 2023: 7 básicas e 13 específicas, com os textos de Português e Inglês do caderno original. Comentário item a item e o capítulo do resumo em que cada tema está.
- As 8 matérias da prova de 2023, no peso que cada bloco tinha no caderno
- Errou e acertou na hora, com a explicação e a pegadinha da banca
- No fim, seu desempenho por bloco e o que revisar primeiro
A história do método braile
Ler no escuro. Quem já tentou sabe que é impossível. Mas foi exatamente a isso que um francês chamado Louis Braille dedicou a vida. Nascido em Coupvray, uma pequena aldeia nos arredores de Paris, em 1809, desde cedo ele mostrou muito interesse pelo trabalho do pai. Seus olhos azuis brilhavam da admiração de vê-lo cortar, com extrema perícia, selas e arreios. Pouco depois de completar 3 anos, o menino começou a brincar na selaria do pai, cortando pequenas tiras de couro. Uma tarde, uma sovela, instrumento usado para perfurar o couro, escapou-lhe da mão e atingiu o seu olho esquerdo. O resultado foi uma infecção que, seis meses depois, afetaria também o olho direito. Aos 5 anos, o garoto estava completamente cego.
P A tragédia não o impediu, porém, de frequentar a escola por dois anos e de se tornar ainda um aluno brilhante. Por essa razão, ele ganhou uma bolsa de estudos no Instituto Nacional para Jovens Cegos, em Paris, um colégio interno fundado por Valentin Haüy (1745-1822). Além do currículo normal, Haüy introduzira um sistema especial de alfabetização, no qual letras de forma impressas em relevo, em papelão, eram reconhecidas pelos contornos. Desde o início do curso, Braille destacou-se como o melhor aluno da turma e logo começou a ajudar os colegas. Em 1821, aos 12 anos, conheceu um método inventado pouco antes por Charles Barbier de La Serre, oficial do Exército francês.
P O método Barbier, também chamado escrita noturna, era um código de pontos e traços em relevo impressos também em papelão. Destinava-se a enviar ordens cifradas a sentinelas em postos avançados. Estes decodificariam a mensagem até no escuro. Mas, como a ideia não pegou na tropa, Barbier adaptou o método para a leitura de cegos, com o nome de grafia sonora. O sistema permitia a comunicação entre os cegos, pois com ele era possível escrever, algo que o método de Haüy não possibilitava. O de Barbier era fonético: registrava sons e não letras. Dessa forma, as palavras não podiam ser soletradas. Além disso, o fato de um grande número de sinais ser usado para uma única palavra tornava o sistema muito complicado. Apesar dos inconvenientes, foi adotado como método auxiliar por Haüy.
P Pesquisando a fundo a grafia sonora, Braille percebeu suas limitações e pôs-se a aperfeiçoá-la. Em 1824, seu método estava pronto. Primeiro, eliminou
P P os traços, para evitar erros de leitura: em seguida, criou uma célula de seis pontos, divididos em duas colunas de três pontos cada, que podem ser combinados de 63 maneiras diferentes. A posição dos pontos na célula está ao lado.
Em 1826, aos 17 anos, ainda estudante, Braille começou a dar aulas. Embora seu método fizesse sucesso entre os alunos, não podia ensiná-lo na sala de aula, pois ainda não era reconhecido oficialmente. Por isso, Braille dava aulas do revolucionário sistema escondido no quarto, que logo se transformou numa segunda sala de aula.
P O braile é lido passando-se a ponta dos dedos sobre os sinais de relevo. Normalmente se usa a mão direita com um ou mais dedos, conforme a habilidade do leitor, enquanto a mão esquerda procura o início da outra linha. Aplica-se a qualquer língua, sem exceção, e também à estenografia, à música – Braille, por sinal, era ainda exímio pianista – e às notações científicas em geral. A escrita é feita mediante o uso da reglete, também idealizada por Braille: trata-se de uma régua especial, de duas linhas, com uma série de janelas de seis furos cada, correspondentes às células braile.
P Louis Braille morreu de tuberculose em 1852, com apenas 43 anos. Temia que seu método desaparecesse com ele, mas, finalmente, em 1854 foi oficializado pelo governo francês. No ano seguinte, foi apresentado ao mundo, na Exposição Internacional de Paris, por ordem do imperador Napoleão III (1808- 1873), que programou ainda uma série de concertos de piano com ex-alunos de Braille. O sucesso foi imediato, e o sistema se espalhou pelo mundo. Em 1952, o governo francês transferiu os restos mortais de Braille para o Panthéon, em Paris, onde estão sepultados os heróis nacionais.
P ATANES, Silvio. S̲u̲p̲e̲r̲ I̲n̲t̲e̲r̲e̲s̲s̲a̲n̲t̲e̲. Disponível em: https://
P super.abril.com.br/historia/. Acesso em: 23 out. 2022. Adaptado.
P
Clique na tesoura para riscar o que você já descartou. Isso não marca resposta.
O segundo parágrafo diz que Braille, por ser um aluno brilhante, "ganhou uma bolsa de estudos no Instituto Nacional para Jovens Cegos": alternativa B. O texto mostra interesse pelo trabalho do pai, não desejo de seguir o ofício (A); ele brincava na selaria, não trabalhava nela (C); Haüy fundou o colégio, nada indica adoção (D); e Braille começou a dar aulas aos 17 anos, ainda estudante, antes da maioridade (E).
Pegadinha da banca: A Cesgranrio monta alternativas com palavras que estão no texto (selaria, Haüy, dar aulas) ligadas por um verbo que o texto não autoriza. Compare a alternativa com a frase original, não com a lembrança dela.
No resumo: Português 360 · SEÇÃO BÔNUS · INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS
A história do método braile
Ler no escuro. Quem já tentou sabe que é impossível. Mas foi exatamente a isso que um francês chamado Louis Braille dedicou a vida. Nascido em Coupvray, uma pequena aldeia nos arredores de Paris, em 1809, desde cedo ele mostrou muito interesse pelo trabalho do pai. Seus olhos azuis brilhavam da admiração de vê-lo cortar, com extrema perícia, selas e arreios. Pouco depois de completar 3 anos, o menino começou a brincar na selaria do pai, cortando pequenas tiras de couro. Uma tarde, uma sovela, instrumento usado para perfurar o couro, escapou-lhe da mão e atingiu o seu olho esquerdo. O resultado foi uma infecção que, seis meses depois, afetaria também o olho direito. Aos 5 anos, o garoto estava completamente cego.
P A tragédia não o impediu, porém, de frequentar a escola por dois anos e de se tornar ainda um aluno brilhante. Por essa razão, ele ganhou uma bolsa de estudos no Instituto Nacional para Jovens Cegos, em Paris, um colégio interno fundado por Valentin Haüy (1745-1822). Além do currículo normal, Haüy introduzira um sistema especial de alfabetização, no qual letras de forma impressas em relevo, em papelão, eram reconhecidas pelos contornos. Desde o início do curso, Braille destacou-se como o melhor aluno da turma e logo começou a ajudar os colegas. Em 1821, aos 12 anos, conheceu um método inventado pouco antes por Charles Barbier de La Serre, oficial do Exército francês.
P O método Barbier, também chamado escrita noturna, era um código de pontos e traços em relevo impressos também em papelão. Destinava-se a enviar ordens cifradas a sentinelas em postos avançados. Estes decodificariam a mensagem até no escuro. Mas, como a ideia não pegou na tropa, Barbier adaptou o método para a leitura de cegos, com o nome de grafia sonora. O sistema permitia a comunicação entre os cegos, pois com ele era possível escrever, algo que o método de Haüy não possibilitava. O de Barbier era fonético: registrava sons e não letras. Dessa forma, as palavras não podiam ser soletradas. Além disso, o fato de um grande número de sinais ser usado para uma única palavra tornava o sistema muito complicado. Apesar dos inconvenientes, foi adotado como método auxiliar por Haüy.
P Pesquisando a fundo a grafia sonora, Braille percebeu suas limitações e pôs-se a aperfeiçoá-la. Em 1824, seu método estava pronto. Primeiro, eliminou
P P os traços, para evitar erros de leitura: em seguida, criou uma célula de seis pontos, divididos em duas colunas de três pontos cada, que podem ser combinados de 63 maneiras diferentes. A posição dos pontos na célula está ao lado.
Em 1826, aos 17 anos, ainda estudante, Braille começou a dar aulas. Embora seu método fizesse sucesso entre os alunos, não podia ensiná-lo na sala de aula, pois ainda não era reconhecido oficialmente. Por isso, Braille dava aulas do revolucionário sistema escondido no quarto, que logo se transformou numa segunda sala de aula.
P O braile é lido passando-se a ponta dos dedos sobre os sinais de relevo. Normalmente se usa a mão direita com um ou mais dedos, conforme a habilidade do leitor, enquanto a mão esquerda procura o início da outra linha. Aplica-se a qualquer língua, sem exceção, e também à estenografia, à música – Braille, por sinal, era ainda exímio pianista – e às notações científicas em geral. A escrita é feita mediante o uso da reglete, também idealizada por Braille: trata-se de uma régua especial, de duas linhas, com uma série de janelas de seis furos cada, correspondentes às células braile.
P Louis Braille morreu de tuberculose em 1852, com apenas 43 anos. Temia que seu método desaparecesse com ele, mas, finalmente, em 1854 foi oficializado pelo governo francês. No ano seguinte, foi apresentado ao mundo, na Exposição Internacional de Paris, por ordem do imperador Napoleão III (1808- 1873), que programou ainda uma série de concertos de piano com ex-alunos de Braille. O sucesso foi imediato, e o sistema se espalhou pelo mundo. Em 1952, o governo francês transferiu os restos mortais de Braille para o Panthéon, em Paris, onde estão sepultados os heróis nacionais.
P ATANES, Silvio. S̲u̲p̲e̲r̲ I̲n̲t̲e̲r̲e̲s̲s̲a̲n̲t̲e̲. Disponível em: https://
P super.abril.com.br/historia/. Acesso em: 23 out. 2022. Adaptado.
P
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"Pesquisando a fundo" é um gerúndio com valor temporal: enquanto pesquisava, Braille percebeu as limitações. "Quando pesquisava" mantém exatamente isso, com os mesmos tempos verbais no resto da frase: alternativa C. "Para pesquisar" cria finalidade (A); "Embora" e "Apesar de" criam concessão, que o texto não tem (B e D, e D ainda troca os tempos verbais); "Se pesquisasse" transforma um fato em hipótese (E).
Pegadinha da banca: Gerúndio no início da frase quase sempre pede a pergunta: é tempo, causa, condição ou concessão? Teste cada conectivo no lugar e veja qual não muda o fato narrado.
No resumo: Português 360 · PERÍODO COMPOSTO POR SUBORDINAÇÃO ADVERBIAL
A história do método braile
Ler no escuro. Quem já tentou sabe que é impossível. Mas foi exatamente a isso que um francês chamado Louis Braille dedicou a vida. Nascido em Coupvray, uma pequena aldeia nos arredores de Paris, em 1809, desde cedo ele mostrou muito interesse pelo trabalho do pai. Seus olhos azuis brilhavam da admiração de vê-lo cortar, com extrema perícia, selas e arreios. Pouco depois de completar 3 anos, o menino começou a brincar na selaria do pai, cortando pequenas tiras de couro. Uma tarde, uma sovela, instrumento usado para perfurar o couro, escapou-lhe da mão e atingiu o seu olho esquerdo. O resultado foi uma infecção que, seis meses depois, afetaria também o olho direito. Aos 5 anos, o garoto estava completamente cego.
P A tragédia não o impediu, porém, de frequentar a escola por dois anos e de se tornar ainda um aluno brilhante. Por essa razão, ele ganhou uma bolsa de estudos no Instituto Nacional para Jovens Cegos, em Paris, um colégio interno fundado por Valentin Haüy (1745-1822). Além do currículo normal, Haüy introduzira um sistema especial de alfabetização, no qual letras de forma impressas em relevo, em papelão, eram reconhecidas pelos contornos. Desde o início do curso, Braille destacou-se como o melhor aluno da turma e logo começou a ajudar os colegas. Em 1821, aos 12 anos, conheceu um método inventado pouco antes por Charles Barbier de La Serre, oficial do Exército francês.
P O método Barbier, também chamado escrita noturna, era um código de pontos e traços em relevo impressos também em papelão. Destinava-se a enviar ordens cifradas a sentinelas em postos avançados. Estes decodificariam a mensagem até no escuro. Mas, como a ideia não pegou na tropa, Barbier adaptou o método para a leitura de cegos, com o nome de grafia sonora. O sistema permitia a comunicação entre os cegos, pois com ele era possível escrever, algo que o método de Haüy não possibilitava. O de Barbier era fonético: registrava sons e não letras. Dessa forma, as palavras não podiam ser soletradas. Além disso, o fato de um grande número de sinais ser usado para uma única palavra tornava o sistema muito complicado. Apesar dos inconvenientes, foi adotado como método auxiliar por Haüy.
P Pesquisando a fundo a grafia sonora, Braille percebeu suas limitações e pôs-se a aperfeiçoá-la. Em 1824, seu método estava pronto. Primeiro, eliminou
P P os traços, para evitar erros de leitura: em seguida, criou uma célula de seis pontos, divididos em duas colunas de três pontos cada, que podem ser combinados de 63 maneiras diferentes. A posição dos pontos na célula está ao lado.
Em 1826, aos 17 anos, ainda estudante, Braille começou a dar aulas. Embora seu método fizesse sucesso entre os alunos, não podia ensiná-lo na sala de aula, pois ainda não era reconhecido oficialmente. Por isso, Braille dava aulas do revolucionário sistema escondido no quarto, que logo se transformou numa segunda sala de aula.
P O braile é lido passando-se a ponta dos dedos sobre os sinais de relevo. Normalmente se usa a mão direita com um ou mais dedos, conforme a habilidade do leitor, enquanto a mão esquerda procura o início da outra linha. Aplica-se a qualquer língua, sem exceção, e também à estenografia, à música – Braille, por sinal, era ainda exímio pianista – e às notações científicas em geral. A escrita é feita mediante o uso da reglete, também idealizada por Braille: trata-se de uma régua especial, de duas linhas, com uma série de janelas de seis furos cada, correspondentes às células braile.
P Louis Braille morreu de tuberculose em 1852, com apenas 43 anos. Temia que seu método desaparecesse com ele, mas, finalmente, em 1854 foi oficializado pelo governo francês. No ano seguinte, foi apresentado ao mundo, na Exposição Internacional de Paris, por ordem do imperador Napoleão III (1808- 1873), que programou ainda uma série de concertos de piano com ex-alunos de Braille. O sucesso foi imediato, e o sistema se espalhou pelo mundo. Em 1952, o governo francês transferiu os restos mortais de Braille para o Panthéon, em Paris, onde estão sepultados os heróis nacionais.
P ATANES, Silvio. S̲u̲p̲e̲r̲ I̲n̲t̲e̲r̲e̲s̲s̲a̲n̲t̲e̲. Disponível em: https://
P super.abril.com.br/historia/. Acesso em: 23 out. 2022. Adaptado.
P
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"À espera de" é locução prepositiva feminina, e a crase é obrigatória nela: alternativa E. Nas outras, o "a" vem antes de verbo ("a superar", A), antes de artigo indefinido ("a um aluno", B), antes de palavra que é sujeito e não recebe preposição ("a oficialização", C) ou antes de pronome indefinido ("a todos", D). Em nenhum desses casos existe artigo feminino para fundir com a preposição.
Pegadinha da banca: Crase só existe quando há preposição "a" mais artigo "a" (ou pronome demonstrativo). Diante de verbo, de "um", de "todos" e de palavra masculina, não há artigo feminino, então não há crase.
No resumo: Português 360 · CRASE
Fed’s Jefferson says inflation is U.S. central bank’s most worrisome problem
Inflation is the most serious problem facing the Federal Reserve and “may take some time” to address, Fed Governor Philip Jefferson said on Tuesday in his first public remarks since joining the U.S. central bank’s governing body.
P “Restoring price stability may take some time and will likely result in a period of below-trend growth,” Jefferson told a conference in Atlanta, joining the current Fed consensus for continued interest rate increases to battle price pressures.
P “I want to assure you that my colleagues and I are resolute that we will bring inflation back down to 2% ... We are committed to taking the further steps necessary.”
P Monetary policy that stabilizes inflation “can produce long-term, noninflationary economic expansions ... that economic history suggests is an ideal framework or environment for inclusive growth,” Jefferson said. “So, it is important that we get back to that kind of economy. And that is what I think the intent of the Fed is.”
P Fed Chair Jerome Powell has admitted that the central bank’s intent to slow economic growth will cause economic “pain” and likely increased unemployment, but that the worst outcome would be to let inflation take root.
P In his remarks, Jefferson said there are reasons to think rigid conditions in the labor market are already easing. Indeed new data on Tuesday showed a severe decrease in job openings in August that began to bring the number of workers sought by companies more in line with the numbers of unemployed.
P That could help reduce salary growth, Jefferson said, and there were indications as well that “supply bottlenecks have, finally, begun to resolve,” and could also help slow down price increases.
P But it remains uncertain how that will work, and in the meantime “inflation remains elevated, and this is the problem that concerns me most,” Jefferson said. “Inflation creates economic burdens for households and businesses, and everyone feels its effects.”
P Available at: https://www.reuters.com/markets/us/feds-jefferson-first-remarks-calls-inflation-most-concerning-problem-2022-10-04/. Retrieved on: Oct 4, 2022. Adapted.
P
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O texto inteiro gira em torno da fala de Jefferson de que a inflação é "the most serious problem" do Fed e de que o banco está "resolute" em trazê-la de volta a 2%: o propósito é indicar que a inflação é um problema sério que precisa ser enfrentado, alternativa B. O texto não diz que desacelerar a economia causa inflação (A) nem que estabilizar preços aumenta a inflação (C); trata o desemprego como custo aceitável, não como prioridade (D); e a inflação "remains elevated", não caiu a 2% (E).
Pegadinha da banca: Alternativas com "definitely", "certainly" e "already" costumam exagerar ou inverter o que o texto disse com cautela ("may take some time", "likely"). Desconfie do advérbio absoluto.
No resumo: Língua Inglesa 360 · TEXTO: READING COMPREHENSION E ESTRATÉGIAS DE LEITURA
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Seis pessoas em fila: 6! = 720 arranjos. Nos casos proibidos os dois homens estão juntos: trate-os como um bloco, 5! = 120 posições, vezes 2 ordens internas, 240. Filas válidas: 720 menos 240 = 480, alternativa D. A alternativa E é o total sem restrição; 48 e 20 vêm de contar só um dos grupos.
Pegadinha da banca: "Pelo menos uma mulher entre eles" é mais fácil pelo complementar: total menos os casos em que os homens ficam lado a lado. Contar direto exige separar vários casos e quase sempre perde algum.
No resumo: Raciocínio Lógico e Matemática 360 · PERMUTAÇÃO: TODOS OS ELEMENTOS, EM ORDEM
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Quem está em 2º lugar disse "Eu sou T". Se fosse T, estaria dizendo a verdade, e então a de 1º lugar teria dito "S ficou em 2º" com S em outro lugar, o que só é possível se a 1ª fosse mentirosa; mas então S estaria em 1º dizendo verdade, impossível. Logo a 2ª mente ao dizer que é T: é S (que sempre mente). Com S em 2º, a fala da 1ª ("S ficou em 2º") é verdadeira, então a 1ª é N. Sobra T em 3º, e sua fala "N ficou em 2º" é falsa, o que T pode fazer. Ordem N, S, T: alternativa E.
Pegadinha da banca: Comece pela frase que fala de identidade ("Eu sou T"): quem sempre mente não pode dizer a verdade sobre si, e quem nunca mente não pode dizer que é outra pessoa. Isso derruba metade das opções antes de testar o resto.
No resumo: Raciocínio Lógico e Matemática 360 · MÉTODOS DE RESOLUÇÃO DE ARGUMENTOS
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Quando os preços são expressos em reais, e não em garrafas d'água, a moeda está servindo como medida comum de valor: é a função de unidade de conta (ou padrão de valor), alternativa D. Meio de troca (A) é a moeda circulando para pagar; reserva de valor (B) é guardar poder de compra para o futuro; riqueza (C) e valor intrínseco (E) não são funções da moeda.
Pegadinha da banca: As três funções clássicas são meio de troca, unidade de conta e reserva de valor. A banca descreve uma delas com um exemplo do cotidiano e espera que você nomeie; "mensurar e registrar valor" é o sinal de unidade de conta.
No resumo: Conhecimentos Bancários 360 · MOEDA: CONCEITO, FUNÇÕES E TIPOS
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Em juros compostos a taxa anual equivalente é (1 + i)¹² menos 1. Investimento: 1,1268 menos 1 = 12,68% ao ano. Cheque especial: 1,6010 menos 1 = 60,10% ao ano. Diferença: 60,10% menos 12,68% = 47,42%, alternativa C. A alternativa B (36%) é a diferença das taxas mensais vezes 12, como se fosse juro simples; A e E são as taxas anuais isoladas; D soma 48 com 0,68 por engano.
Pegadinha da banca: Os dados 1,01¹² e 1,04¹² já vêm prontos: a conta é só subtrair 1 de cada e depois subtrair um do outro. Quem multiplica 3% por 12 cai na alternativa de juros simples.
No resumo: Matemática Financeira 360 · TAXAS EQUIVALENTES EM JUROS COMPOSTOS
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No SAC a amortização é constante: 10.000 dividido por 10 = 1.000 por mês. Antes da 7ª parcela já foram amortizadas 6, e o saldo devedor é 10.000 menos 6.000 = 4.000. Os juros da 7ª parcela são 4,9% de 4.000 = 196. Prestação: 1.000 + 196 = 1.196, alternativa D. As demais são prestações de outros meses (1.490 é a 1ª, 1.100 é a 9ª) ou saldos errados.
Pegadinha da banca: No SAC os juros incidem sobre o saldo depois das amortizações anteriores, não sobre o saldo do mês em curso. Para a parcela k, use (k menos 1) amortizações já pagas.
No resumo: Matemática Financeira 360 · SISTEMA DE AMORTIZAÇÃO CONSTANTE (SAC)
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O Copom é o comitê do Banco Central que define a meta da taxa Selic para cumprir a meta de inflação fixada pelo CMN: alternativa A. Formular normas do SFN (C) e definir a política cambial (B) são competências do CMN; autorizar o funcionamento de instituições (E) é do Bacen como autarquia, não do Copom; e a taxa Selic diária efetiva (D) é apurada e divulgada pelo Bacen com base nas operações do dia, não decidida pelo comitê.
Pegadinha da banca: CMN fixa a meta de inflação e as normas; Copom fixa a meta da Selic; Bacen executa e fiscaliza. A banca embaralha as três competências nas alternativas.
No resumo: Conhecimentos Bancários 360 · TAXA SELIC E OPERAÇÕES COMPROMISSADAS
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Título de dívida de longo prazo emitido por sociedade por ações para financiar projetos ou alongar o endividamento é a definição de debênture: alternativa B. Ação (A) é participação no capital, não dívida; dividendo (C) é a parcela do lucro distribuída ao acionista; DR e BDR (D e E) são certificados que representam ações negociadas em outro país.
Pegadinha da banca: A palavra que decide é "dívida": entre os valores mobiliários, quem é credor tem debênture, quem é sócio tem ação. Dividendo nem é título, é remuneração.
No resumo: Conhecimentos Bancários 360 · DEBÊNTURES
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Produz divisa quem traz moeda estrangeira ao país; cede divisa quem a envia para fora. Quem recebe transferência do exterior produz; quem remete lucro ao exterior cede: alternativa C. A alternativa A coloca o turista estrangeiro, que produz divisas ao gastar no país, do lado de quem cede; B inverte o importador, que cede; D e E colocam quem remete dinheiro ao exterior como produtor de divisas.
Pegadinha da banca: Pense no sentido do dólar: entrando no Brasil (exportação, turista estrangeiro, investimento recebido) é oferta de divisa; saindo (importação, remessa de lucro, turista brasileiro fora) é demanda.
No resumo: Conhecimentos Bancários 360 · QUEM OFERTA E QUEM DEMANDA MOEDA ESTRANGEIRA
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Limitar o que pode ser digitado numa célula (só valores entre 40.000 e 110.000) é Validação de Dados; mudar a cor da célula conforme o valor (entre 90.000 e 110.000) é Formatação Condicional: alternativa A. O Gerenciador de Cenários (B) e o Teste de Hipóteses (C) simulam resultados; Consolidação (D) junta dados de várias planilhas; Classificar e Filtrar (E) reordena ou esconde linhas, não impede a digitação.
Pegadinha da banca: Validação impede a entrada errada; formatação condicional só muda a aparência do que já foi digitado. A banca coloca os dois nomes em alternativas diferentes, em ordens diferentes, para pegar quem lê a primeira metade.
No resumo: Informática 360 · MICROSOFT EXCEL
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Tecla Windows + L bloqueia a sessão e leva à tela de bloqueio: alternativa E. Ctrl + C copia (A), Ctrl + Z desfaz (B), Alt + F4 fecha a janela ativa (C) e Windows + D mostra a área de trabalho, sem bloquear nada (D).
Pegadinha da banca: Windows + D e Windows + L são os dois atalhos que "escondem" a tela, mas só o L (de Lock) exige senha para voltar. É essa a diferença que a segurança da informação cobra.
No resumo: Informática 360 · WINDOWS 10
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Um arquivo codificado num formato como MP3 só vira som depois de decodificado: é preciso um programa (player com o codec correspondente) que faça essa decodificação, alternativa D. Monitor (A) e microfone (B) não participam da reprodução de áudio; antivírus (C) e internet (E) não são requisitos para tocar um arquivo que já está no computador.
Pegadinha da banca: "Codificado em um formato" é a dica: o que foi codificado precisa ser decodificado. As outras alternativas apelam a hábitos (ter antivírus, estar online) que não têm relação com a tarefa.
No resumo: Informática 360 · TIPOS DE SOFTWARE
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O princípio do menor privilégio manda dar a cada usuário só o acesso que o trabalho dele exige: alternativa A. Alterar dados em todos os sistemas (B), configurar para os outros (C), conhecer senhas de administração (D) ou ver dados de tudo (E) ampliam a superfície de risco e violam a confidencialidade.
Pegadinha da banca: Sempre que uma alternativa dá acesso a "todos" os sistemas ou a senhas de administrador, ela contraria o menor privilégio. A resposta certa é a mais restritiva.
No resumo: Informática 360 · SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO
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A Resolução CMN 4.860/2020 obriga as instituições a manter ouvidoria justamente para atender, em última instância, as demandas do cliente que não foram resolvidas pelos canais primários de atendimento: alternativa D. Presidência, diretoria, auditoria e corregedoria (A, B, C e E) não são canais de atendimento ao cliente previstos nessa resolução.
Pegadinha da banca: Quando o enunciado diz que os "meios normais de acesso" se esgotaram, está descrevendo o requisito para acionar a ouvidoria. A norma citada (4.860) é a da ouvidoria; a 4.949 é a do relacionamento com o cliente.
No resumo: Vendas e Negociação 360 · OUVIDORIA (RESOLUÇÃO CMN 4.860/2020)
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Executar o serviço prometido de forma segura e precisa é a definição da dimensão confiabilidade no modelo SERVQUAL: alternativa E. Empatia (B) é atenção individualizada; responsividade (C) é presteza em ajudar; tangibilidade (D) são instalações, equipamentos e aparência; entrega (A) não é uma das cinco dimensões.
Pegadinha da banca: As cinco dimensões são confiabilidade, responsividade, segurança, empatia e tangibilidade. "Prometido" e "preciso" apontam para confiabilidade; "rápido" apontaria para responsividade.
No resumo: Vendas e Negociação 360 · SERVQUAL E AS CINCO DIMENSÕES DA QUALIDADE
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Pesquisa de satisfação mede como o cliente percebe o atendimento, e o objetivo é melhorar esse atendimento: alternativa B. Acompanhar o cotidiano da equipe (A), vigiar o atendimento (D) e monitorar fornecedores (E) são controles internos, não a finalidade da pesquisa com o cliente; parâmetros éticos para ações sociais (C) não têm relação com satisfação.
Pegadinha da banca: A banca oferece três alternativas de controle sobre pessoas (A, D, E) para quem confunde pesquisa de satisfação com fiscalização. A pesquisa olha para o cliente, e o resultado serve para aperfeiçoar.
No resumo: Vendas e Negociação 360 · PESQUISA DE SATISFAÇÃO E NPS (NET PROMOTER SCORE)
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Não perder dinheiro responde ao risco financeiro; o cartão funcionar sempre e em todo lugar responde ao risco funcional (de desempenho); a aprovação dos colegas responde ao risco social: alternativa C. Físico, sensorial, temporal, biológico, ergonômico e mecânico (A, B e D) não correspondem aos três argumentos; estratégico, operacional e de conformidade (E) são riscos da empresa, não riscos percebidos pelo consumidor.
Pegadinha da banca: Ligue cada argumento a um risco antes de olhar as alternativas: dinheiro é financeiro, funcionamento é funcional, opinião dos outros é social. Só a alternativa C tem os três na mesma ordem.
No resumo: Vendas e Negociação 360 · PROCESSO DE DECISÃO DE COMPRA
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Por bloco do edital
Por matéria, do pior para o melhor
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Os capítulos acima estão no Combo Banco do Brasil · Escriturário
As 8 matérias do edital em resumo esquematizado, com mapas mentais, tabelas das pegadinhas de banca e botão de treino com questões da própria matéria.
- AnualR$ 697,00
- VitalícioR$ 997,00
Como a prova do Banco do Brasil é montada
A última prova do Banco do Brasil para Escriturário (Agente Comercial) foi em 2023, pela Cesgranrio: 70 questões de múltipla escolha com 5 alternativas, 25 de conhecimentos básicos (Língua Portuguesa 10, Língua Inglesa 5, Matemática 5 e Atualidades do Mercado Financeiro 5) e 45 de específicos (Matemática Financeira 5, Conhecimentos Bancários 10, Informática 15 e Vendas e Negociação 15), mais redação. Este simulado é essa prova na escala de 1 para 3,5: 7 básicas e 13 específicas, todas da própria Cesgranrio nas provas do BB de 2021 e 2023, com os textos de Português e Inglês que a banca usou. Quando o edital novo sair, o simulado passa a seguir o formato dele.
Como usar
Responda sem consultar nada, como na prova. Na prova de 2023 da Cesgranrio a nota foi a soma dos acertos, sem desconto por erro, e este simulado segue esse formato. Quando errar, leia o comentário antes de seguir: é ali que aparece a palavra que a banca trocou. No fim, use a lista de revisão e vá direto ao capítulo indicado.