Simulado do BACEN, no formato da prova.
20 questões de múltipla escolha da Cesgranrio, na proporção do último concurso do Técnico do Banco Central (2010): 10 gerais e 10 específicas, todas do caderno original. Comentário item a item e o capítulo do resumo em que cada tema está.
- As matérias do último concurso do Técnico, no peso que cada bloco tinha no caderno de 2010
- Errou e acertou na hora, com a explicação e a pegadinha da banca
- No fim, seu desempenho por bloco e o que revisar primeiro
Texto I
Clima alentador
China e EUA anunciam metas para combater o aquecimento global e revivem expectativa de acordo em Copenhague.
Copenhague, afinal, pode sair menos ruim que a encomenda. Quando já se contava com um fiasco da conferência sobre mudança do clima, que começa daqui a uma semana na capital dinamarquesa, surgem sinais animadores de que um acordo razoável possa ser obtido. Limitado, mas melhor que acordo nenhum.
Já se sabe que não será aprovado um tratado forte, com compromissos legais dos países para redução de gases do efeito estufa. Essa era a expectativa anterior: algo mais ambicioso que o Protocolo de Kyoto (1997), fracassado, que determinava corte médio de 5,2% nas emissões só das nações desenvolvidas. O compromisso obtido em Copenhague será apenas “politicamente vinculante”.
O novo acordo precisa ir muito além de Kyoto, se a meta for impedir que o aumento da temperatura média da atmosfera ultrapasse 2°C de aquecimento neste século, como recomenda a maioria dos climatologistas. Isso exige dos países desenvolvidos chegar a 2020 emitindo 25% a 40% menos poluentes que em 1990, ano-base de Kyoto.
Os países menos desenvolvidos, por seu turno, precisam desacelerar a trajetória crescente de suas emissões. Estima-se que seja necessário um corte de 15% a 30%, aplicados no caso sobre os níveis que estariam emitindo em 2020, mantido o ritmo atual. A ideia é de que a redução não prejudique seu esforço de desenvolvimento e redução da pobreza.
Os sinais alentadores surgidos na semana partiram dos EUA e da China. Juntos, respondem por 40% das emissões mundiais.
Jornal Folha de S. Paulo, Editorial. 29 nov. 2009, p. A2. (Fragmento)
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"Conferência" é paroxítona terminada em ditongo, como "médio"; "razoável" é paroxítona terminada em L, como "nível"; "países" tem I tônico em hiato, como "raízes"; "será" é oxítona terminada em A, como "você" é oxítona terminada em E: alternativa D. Nas outras, sempre há uma palavra fora da regra: "café" e "baú" (A) não seguem "países"; "balaústre" (B) é paroxítona, não hiato oxítono como "razoável" pede; "túnel" (C) e "hífen" (E) quebram a sequência na segunda ou terceira posição.
Pegadinha da banca: A palavra "respectivamente" obriga a conferir as quatro posições na ordem. A banca acerta três e erra uma em quase toda alternativa errada; a resposta é a única em que as quatro batem.
No resumo: Português 360 · ACENTUAÇÃO GRÁFICA
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O verbo "assistir", no sentido de presenciar, é transitivo indireto e pede a preposição "a": "assistir aos debates". Usá-lo sem preposição é desvio de regência verbal, alternativa B. Não há problema com nome que peça complemento (A), nem de concordância nominal ou verbal (C e D), nem de pontuação (E).
Pegadinha da banca: "Assistir" muda de regência com o sentido: sem preposição significa prestar assistência (o médico assiste o paciente); com "a" significa presenciar. Em prova, presenciar é o sentido quase sempre cobrado.
No resumo: Português 360 · REGÊNCIA NOMINAL E VERBAL
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"Cortar em 80% as suas emissões": "as" é artigo do objeto direto, sem preposição, logo sem crase. "Virem à tona": locução adverbial feminina, com crase. "Torna complexa a discussão": objeto direto, só artigo. "Vai a Copenhague": cidade sem artigo, sem crase. Sequência as, à, a, a: alternativa A. B e C craseiam objetos diretos; D e E tiram a crase de "à tona" ou põem crase antes de nome de cidade sem artigo.
Pegadinha da banca: Antes de nome de cidade, só há crase se a cidade admite artigo ("volto da Bahia" pede "à Bahia"; "volto de Copenhague" pede "a Copenhague"). E objeto direto nunca tem crase, por mais feminino que seja.
No resumo: Português 360 · CRASE
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O art. 5º da Constituição garante a todos, brasileiros e estrangeiros residentes no país, o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder, independentemente do pagamento de taxas (inciso XXXIV). Juan pode exercer o direito: alternativa B. Não há taxa (A) nem restrição a brasileiros ou a quem tem direitos políticos (C e D).
Pegadinha da banca: Os direitos do art. 5º valem para o estrangeiro residente. A banca coloca o estrangeiro no enunciado para tentar a alternativa que restringe aos brasileiros.
No resumo: Direito Constitucional 360 · DIREITOS INDIVIDUAIS E COLETIVOS
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Só a proposição III está correta: compete ao Congresso Nacional, com sanção do Presidente, dispor sobre criação e extinção de Ministérios (art. 48, XI). Os Ministros do STF integram outro Poder e não auxiliam o Presidente (I é falsa); os Ministros de Estado são nomeados e exonerados livremente pelo Presidente, sem passar pelo Senado (II é falsa). Alternativa E.
Pegadinha da banca: "Ministro" no STF e "Ministro de Estado" são cargos de Poderes diferentes. A banca usa a mesma palavra para misturar os dois.
No resumo: Direito Constitucional 360 · MINISTROS DE ESTADO
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A assertiva I está correta: competência, forma, motivo, objeto e finalidade são os elementos do ato. A III também: a Lei 9.784/1999 fixa em cinco anos o prazo para a Administração anular ato com efeitos favoráveis ao destinatário, salvo má-fé. A II está errada duas vezes: ato discricionário pode ser revogado pela própria Administração, e o controle judicial não alcança o mérito. Alternativa C.
Pegadinha da banca: Revogação é justamente o instrumento do ato discricionário (conveniência e oportunidade). Quando a alternativa diz que o discricionário não pode ser revogado, está invertida.
No resumo: Direito Administrativo 360 · ATOS ADMINISTRATIVOS
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Interditar atividade ilegal e inutilizar gêneros impróprios sem precisar do Judiciário é a Administração executando o próprio ato por seus meios: autoexecutoriedade, alternativa A. Presunção de legitimidade (B) diz respeito à validade presumida do ato, não à execução; "presunção de efetividade" (C) não é atributo reconhecido; supremacia do interesse público (D) é princípio, não atributo do ato; discricionariedade (E) é margem de escolha, não poder de executar.
Pegadinha da banca: Sempre que o enunciado diz "independente de ordem judicial", o atributo é autoexecutoriedade. Imperatividade seria impor obrigação; coercibilidade é o lado forçoso da execução, mas o nome cobrado é o da execução direta.
No resumo: Direito Administrativo 360 · ATOS ADMINISTRATIVOS
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Dezesseis quadrados têm área 1 e sobra um quadrado maior, de lado s. A área total é s² + 16 e precisa ser um quadrado perfeito L². Com s = 3, temos 9 + 16 = 25 = 5²: o quadrado original tem lado 5 e área 25, alternativa E. Nenhum outro s inteiro faz s² + 16 virar quadrado perfeito com lado que caiba os dezesseis quadradinhos.
Pegadinha da banca: Não é 17 quadrados iguais: são 16 de área 1 e um diferente. Quem tenta 17 × 1 ou procura um lado inteiro para 17 trava. A conta é s² + 16 = L².
No resumo: Raciocínio Lógico e Matemática 360 · PROBLEMAS PRÁTICOS
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A cada etapa saem 2 homens e 1 mulher. Depois de n etapas restam 20 menos 2n homens e 14 menos n mulheres. Igualando: 20 menos 2n = 14 menos n, logo n = 6. Na sexta eliminação ficam 8 homens e 8 mulheres, alternativa B.
Pegadinha da banca: A diferença começa em 6 e cai 1 por etapa (saem 2 homens e 1 mulher). Seis etapas zeram a diferença. Quem divide 34 por 3 ou tenta igualar pelo total erra a conta.
No resumo: Raciocínio Lógico e Matemática 360 · PROBLEMAS PRÁTICOS
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Ana está no bar e Maria canta, então quem dança é Isabel ou Joana. A esposa de Henrique dança com o marido de Isabel, que não é Henrique; se a esposa de Henrique fosse Isabel, o marido de Isabel seria o próprio Henrique, contradição. Logo Joana é esposa de Henrique e dança com o marido de Isabel, que só pode ser Luís (Pedro está ao piano, Rogério no bar): II é verdadeira. Sobram Pedro e Rogério para Ana e Maria; como Maria não é esposa de Pedro, Maria é de Rogério e Ana é de Pedro: I e III são falsas. Alternativa C.
Pegadinha da banca: Quem conversa ou canta junto não é necessariamente casal. A banca coloca Ana com Rogério no bar para induzir a afirmativa I; a única pista firme é a negativa "Maria não é a esposa de Pedro".
No resumo: Raciocínio Lógico e Matemática 360 · LÓGICA DE ARGUMENTAÇÃO
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Custo por tonelada: 2.000.000 dividido por 250.000 = R$ 8,00. De abril a dezembro são 9 meses a 2.000 toneladas, 18.000 toneladas extraídas. Exaustão: 18.000 × 8 = R$ 144.000,00. O valor exaurido do recurso natural vai para o custo do minério extraído (estoque), com contrapartida na conta retificadora: D Estoque de Ferro, C Exaustão acumulada, 144.000, alternativa D. A e B usam 12 ou 8 meses (160.000 e 192.000); C inverte débito e crédito.
Pegadinha da banca: A mina foi comprada em 31/03, então 2008 tem 9 meses de extração, não 12. E a exaustão de um recurso que vira produto não é despesa direta: entra no custo do estoque.
No resumo: Fundamentos de Contabilidade 360 · IMOBILIZADO E A DEPRECIAÇÃO
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Valor contábil da máquina: 120.000 menos 105.000 de depreciação acumulada = 15.000. Vendida por 12.000, gera prejuízo de 3.000. A baixa credita Máquinas e equipamentos pelo custo total (120.000) e debita Caixa (12.000), Depreciação acumulada (105.000) e Prejuízo na venda (3.000): alternativa E. As outras deixam saldo na depreciação acumulada, creditam o prejuízo ou não zeram a conta do bem.
Pegadinha da banca: Na baixa, a depreciação acumulada é debitada (zerada) e o bem é creditado pelo custo histórico inteiro. Alternativa que credita a depreciação está errada de saída.
No resumo: Fundamentos de Contabilidade 360 · IMOBILIZADO E A DEPRECIAÇÃO
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Vendas líquidas de devoluções: 120.000 menos 15.000 = 105.000; menos ICMS de 10%, receita líquida 94.500. Compras líquidas: 100.000 menos 5.000 = 95.000; o ICMS de 10% é recuperável, então o custo das compras é 85.500. CMV: 25.000 + 85.500 menos 35.000 = 75.500. Lucro bruto: 94.500 menos 75.500 = 19.000, alternativa B.
Pegadinha da banca: O ICMS incide sobre o valor líquido de devoluções e tem efeito oposto nos dois lados: reduz a receita e reduz o custo das compras (imposto recuperável). Quem ignora o ICMS nas compras chega a 9.500 e não acha alternativa.
No resumo: Fundamentos de Contabilidade 360 · LUCRO BRUTO (RESULTADO COM MERCADORIAS)
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Favorecer quem se gosta, independentemente do desempenho, é o efeito halo: uma impressão geral contamina a avaliação de tudo. Favorecer quem "mostrou serviço" só perto da avaliação é o efeito recenticidade: pesa o que aconteceu por último. Alternativa E. Complacência seria avaliar todo mundo alto; tendência central, dar nota média a todos; rigor, avaliar todos baixo.
Pegadinha da banca: A banca dá dois exemplos e pede dois nomes na ordem. Primeiro identifique o mecanismo de cada exemplo (impressão geral versus tempo recente) e só depois olhe as alternativas.
No resumo: Gestão de Pessoas 360 · MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO
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Para precisão com o mínimo de mensagens, a rede em cadeia é a indicada: a informação segue a linha formal de comando, sem ruído de conversas paralelas. Alternativa E. A roda depende de um líder central e é rápida, mas não é a que a justificativa das alternativas A descreve com acerto; o círculo (todos os canais) maximiza satisfação e participação, não precisão com poucas mensagens (B e C); a cadeia não é a que mais satisfaz nem a que dá comunicação livre a todos (D).
Pegadinha da banca: Cada rede tem um ponto forte: roda para velocidade, todos os canais para satisfação, cadeia para precisão e formalidade. A banca cobra a associação certa e ainda testa se a justificativa faz sentido.
No resumo: Adm Geral 360 · CANAIS DE COMUNICAÇÃO
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Grupo e equipe não são a mesma coisa: equipe exige objetivo comum, interdependência, senso de missão e trabalho cooperativo. Nem todo grupo chega lá, mas isso não é impossível: alternativa E. A alternativa A iguala os conceitos; B nega qualquer possibilidade; C exige habilidades iguais, quando equipes se beneficiam de habilidades complementares; D confunde coesão com equipe.
Pegadinha da banca: "Sim, são a mesma coisa" e "não, é impossível" são os dois extremos que a banca oferece para quem não lembra a definição. A resposta de equipe quase sempre está no meio: depende de características específicas.
No resumo: Gestão de Pessoas 360 · GRUPOS E EQUIPES DE TRABALHO
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Itens requisitados: 5.000 requisições × 1,8 = 9.000 itens. Entregues no prazo: 7.650. Nível de serviço: 7.650 dividido por 9.000 = 0,85, ou 85,0%, alternativa B. Quem divide pelo número de requisições (5.000) passa de 100%; quem inverte a divisão chega perto de 118%.
Pegadinha da banca: A base é o total de itens, não de requisições. O 1,8 está no enunciado justamente para converter uma coisa na outra.
No resumo: Gestão de Materiais 360 · CONCEITOS BÁSICOS
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A demanda precisa estar na mesma unidade do prazo de entrega: 1.000 unidades por mês em 20 dias úteis dá 50 por dia útil. Ponto de pedido: 10 dias × 50 + 100 de estoque de segurança = 600, alternativa C. A alternativa D usa a demanda mensal inteira sem converter; E confunde com o lote de compra; A e B saem de contas com 1.000 e 10 sem o estoque de segurança.
Pegadinha da banca: O lote de 5.000 não entra no ponto de pedido; está ali para distrair. E a unidade de tempo do lead time (dias úteis) tem que ser a mesma da demanda antes de multiplicar.
No resumo: Gestão de Materiais 360 · REGRA PARA SE ACHAR O PONTO DE PEDIDO QUE É O CTE
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No modelo de reposição periódica (ou de estoque máximo) o que é fixo é o intervalo entre pedidos; a quantidade comprada varia para recompor o estoque máximo: alternativa D. Lote padrão igual ao LEC e pedido disparado ao atingir o ponto de pedido (B e C) descrevem o modelo de reposição contínua; o estoque de segurança tende a ser maior, não menor, na reposição periódica (A); descontos por volume (E) não definem o modelo.
Pegadinha da banca: Os dois modelos se opõem em uma dupla: contínua = quantidade fixa e intervalo variável; periódica = intervalo fixo e quantidade variável. Toda alternativa errada troca um lado da dupla.
No resumo: Gestão de Materiais 360 · SISTEMA DE REPOSIÇÃO DE ESTOQUE
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Acurácia é a proporção de itens sem divergência: 10.000 menos 1.200 = 8.800 corretos; 8.800 dividido por 10.000 = 88,0%, alternativa D. A alternativa A é o percentual de divergência (12%), não de acurácia; as outras saem de bases erradas.
Pegadinha da banca: O índice pedido é o de acerto, não o de erro. A banca coloca 12% como primeira alternativa para quem para na conta da divergência.
No resumo: Gestão de Materiais 360 · INVENTÁRIO
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Por bloco do edital
Por matéria, do pior para o melhor
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Os capítulos acima estão no Combo BACEN · Técnico
As 12 matérias do edital em resumo esquematizado, com mapas mentais, tabelas das pegadinhas de banca e botão de treino com questões da própria matéria.
- AnualR$ 697,00
- VitalícioR$ 997,00
Como a prova do BACEN é montada
O último concurso do Banco Central para Técnico foi em janeiro de 2010, pela Cesgranrio: 80 questões de múltipla escolha com 5 alternativas, 40 de conhecimentos gerais (Língua Portuguesa 10, Noções de Direito 10, Atualidades 10 e Raciocínio Lógico-Quantitativo 10) e 40 de conhecimentos específicos com peso 2 (Fundamentos de Contabilidade 13, Gestão de Pessoas 13 e Gestão de Recursos Materiais 14, incluindo patrimônio e documentação). Este simulado é essa prova na escala de 1 para 4: 10 gerais e 10 específicas, todas do próprio caderno de 2010 (prova verde), com o texto de Português que a banca usou. Atualidades muda a cada concurso, então o peso dela ficou com Português, Direito e Raciocínio Lógico. Quando o edital novo sair, o simulado passa a seguir o formato dele.
Como usar
Responda sem consultar nada, como na prova. Na prova de 2010 da Cesgranrio a nota foi a soma dos acertos, sem desconto por erro, com os específicos valendo o dobro; este simulado segue o formato de múltipla escolha. Quando errar, leia o comentário antes de seguir: é ali que aparece a palavra que a banca trocou. No fim, use a lista de revisão e vá direto ao capítulo indicado.